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Hibiscus | Restaurantes

Hibiscus

Norte
Total votes: 1
0 2

Tipo de cozinha

Chinesa
Indiana
Macrobiótica
Vegetariana

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
8€
Jantar: 
10€

Lotação

30

Chef

Chef Alda Côrte - Real Pereira
Contactos
(+351) 253 254 137
(+351) 918 248 590

Contactar este restaurante

Morada

Largo de São Francisco, 32, Braga, 4700-307

Web

Horário

Segunda a Quinta-feira: Almoço: 12h00 às 15h00 Sexta-feira: Almoço: 12h00 às 15h00 Jantar: 19h00 às 23h00 Sábado: Almoço:12h00 às 15h00 Jantar: 19h30 às 23h00 Domingo: Fechado

Reserva Online

Hibiscus

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 18:00

Separadores Verticais

Desconto
Buffet Vegetariano desde 7.90€

Venha almoçar/jantar no Hibiscus! (ver imagem). 

Apresentamos o Restaurante Hibiscus em Braga.

Passamos grande parte do nosso dia na cozinha. Não só porque gostamos, mas porque achamos importante para o nosso bem-estar uma comida confecionada com bons ingredientes, com cor e sabor e que alimente o corpo e a alma.

Comer fora de casa também sabe muito bem, até porque nem sempre apetece cozinhar e gostamos de fazer muitas outras coisas. Existem bons restaurantes, com comidas apetitosas, mas que são para de vez em quando.

Um restaurante onde se pode comer todos os dias, num ambiente calmo e tranquilo, com comida cozinhada com amor, ingredientes de boa qualidade, é o que propomos. Para além disso as nossas refeições não contêm carne ou peixe e a proposta de buffet permite a qualquer pessoa, mesmo que não esteja familiarizada com a comida vegetariana e macrobiótica, experimentar e deliciar-se com as ementas do Restaurante Hibiscus.

Pretendemos também ser um espaço dinâmico de partilha de conhecimentos e experiências, através da realização de oficinas de culinária e workshops sobre os mais diversos temas.

Visite também Hibiscus Loja Bio - Organic Store | Facebook, a nossa mercearia em Braga, entre a Estação Ferroviária e o Arco da Porta Nova.

Esperamos que se sintam em casa!

 

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Arcada
Praça da República
S. João do Souto
4710 228  Braga
Portugal

É difícil de abordar o centro histórico sem começarmos por recordar o arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). Passados quinhentos anos do início da prelatura é pela acção programática e filantrópica mecenática que subsiste e se determina o que há de essencial na estrutura urbana do núcleo central da cidade.

O Largo da Arcada, topónimo resistente da nossa memória colectiva, mandado rasgar no primeiro quartel do século XVI pelo arcebispo, desde que foi aberto, veio tendencialmente a adquirir o estatuto de espaço central do quotidiano dos bracarenses. Instalado no extremo poente do Campo de Sant’Anna, a praça viria a concentrar os acessos viários que demandavam Braga provenientes do interior regional. Para aí verteriam alguns dos elementos mais marcantes do início do século.

O Passeio Público, projectado em 1854 à imagem do seu congénere de Lisboa, viria a constituir, por excelência, o espaço romântico da cidade. Neste se desenrolariam alguns dos acontecimentos sociais e festivos mais significativos da segunda metade do século XIX, tendo prorrogado as funções de vitrine de Braga até aos dias de hoje, isto apesar do referido jardim vedado ter sido definitivamente desmantelado em 1913, para dar lugar à nova Avenida Central.

No extremo Norte da Praça da República, como então se passou a designar desde o referido evento, sobressaem o Teatro de S. Geraldo (1865-1929), actual Banco de Portugal; e o antigo Banco do Minho (1865-1929), hoje a Caixa Geral de Depósitos. Os dois edifícios viriam a ocupar parte do antigo terreiro do Eyrado que existia no início da rua dos Chãos, aproximadamente simétrico ao existente.

De facto a Arcada propriamente dita, é a herdeira dos primitivos alpendres mandados edificar no século XVI para albergar os almocreves, os seus animais e mercadorias, que se dirigiam a Braga para comerciar os seus produtos. Desde então o local jamais perderia a sua vocação de ponto de encontro e local de convívio.

Braga
Ponto de Interesse
Biblioteca Pública de Braga
Praça do Município
4700 312  Braga
Portugal

Sala de Leitura Geral, Catálogo
Largo do Paço
4704-553 BRAGA
Horário: segunda a sexta das 9:00h às 12:30h, das 14:00h às 17:30h

A história da Biblioteca Pública de Braga foi longa e não isenta de sobressaltos que a marcaram decisivamente. É um notável edifício que ocupa o primitivo Paço dos Arcebispos. Nela se conservam mais de 250 mil volumes espalhadas pelos diversos salões e sala de leitura, constituindo um notável conjunto bibliográfico a nível nacional.
A biblioteca bracarense nasce em 1842, em pleno reinado de D. Maria II, incentivada pelo erudito Rodrigues de Abreu e apoiada por Almeida Garrett e Alexandre Herculano. No entanto, a biblioteca foi instalada inicialmente numa das dependências do extinto Convento da Congregação do Oratório, sito no Campo de Sant'Ana. Um dos objetivos da sua criação foi o de recolher e salvar vários cartórios dos extintos conventos nacionais. Antes de ser ocupada pela biblioteca, o antigo Paço Arquiepiscopal teve aí instalado o Governo Civil. Na fatídica noite de 15 de abril de 1866, um pavoroso incêndio quase reduziu a cinzas este notável edifício bracarense. Só na década de trinta deste século é que a Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.) o reconstruiu, para aí ser transferida, em definitivo, a Biblioteca Pública de Braga e instalados o Arquivo Distrital de Braga e o Museu Arqueológico D. Diogo de Sousa - que ocupa o piso inferior da ala oriental, notável, sobretudo, pelo espólio de peças romanas, pré-históricas e medievais.
O antigo Paço dos Arcebispos é formado por três módulos diferentes que se orientam para um pátio aberto. O mais antigo é virado a norte e remontará ao século XIV, à época do arcebispo D. Gonçalo Pereira. Virado a sul, o Largo do Paço possui uma antiga galeria realizada em 1593 pelo arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus e Castro, ala que seria modificada e acrescentada por D. Manuel de Sousa e D. Rodrigo de Moura Teles (1709). Para legitimar a sua obra, todos estes prelados deixaram o respetivo brasão. No centro desta área construída em "U" está o formoso Chafariz dos Castelos, empreendimento de D. Rodrigo de Moura Teles realizado em 1723.
A longa fachada virada para fora, no lado poente, é uma aparatosa e imponente conceção do barroco nortenho, patrocinada pelo arcebispo D. José de Bragança e realizada em 1751 - possivelmente pelo arquiteto bracarense André Soares.No interior, são várias as dependências que se podem destacar, quer pela sua beleza formal, quer ainda pelo importante espólio bibliográfico. Assim, podemos mencionar a aprazível Sala de Leitura, com um elegante teto artesoado de madeira de castanho. Na ala nascente localiza-se a sala da primitiva Capela-mor do Paço, coberta por uma graciosa abóbada de berço de pedra. Aqui encontra-se um grandioso arcaz de madeira onde estão arquivados os maiores tesouros da biblioteca bracarense - manuscritos iluminados, cartulários vários, livros de hora e missais.
O mais amplo dos espaços do antigo Paço dos Arcebispos situa-se no rés do chão, com as suas imensas paredes de granito cobertas por um notável e comprido teto de madeira, de excelentes condições acústicas, sendo utilizado como sala de concertos para diversos eventos musicais.

Braga
Ponto de Interesse
Câmara Municipal de Braga
Praça do Município
4700 312  Braga
Portugal

O edifício da Câmara Municipal, voltado à praça do Município foi mandado construir pelo Arcebispo D. José de Bragança em 1753 para acolher o Senado Municipal. A intenção de transformar esta praça na mais importante da cidade deve ter sido motivação para a sua construção neste local. É uma das obras-primas de André Soares. Segundo Robert Smith é a “maior obra-prima da arquitectura civil barroca da Península Ibérica”.
Ao centro está colocada a imagem de Nossa Senhora do Livramento, trazida do anterior edifício municipal, que existiu entre 1518 e 1775, na praça em frente à Sé. A ala norte do edifício só foi construída em meados do século XIX, altura em que foram pintados os azulejos da escadaria e em que foi construído o salão nobre.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444  Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

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Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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