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Centurium | Restaurantes

Centurium

Total de visualizações: 11,009
Norte
Total votes: 1
1 2

Tipo de cozinha

Autor
Mediterrânica
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Hotel

Preço médio

Almoço: 
9€
Jantar: 
20€

Lotação

80

Chef

Vitor Turiel

Especialidades

Contactos
(+351) 253 206 265
(+351) 253 206 260

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Morada

Avenida Central 134, Braga, 4710-229

Horário

Segunda a Sexta-feira Almoço: 12:00 às 15:00 Jantar: 19:30 às 22:30 | Sábado Almoço: 12:30 às 15:00 Jantar: 19:30 às 22:30 I Domingo: Fechado

Reserva Online

Centurium

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 17:30

Separadores Verticais

Desconto
Menu Almoço - 8.9€

Venha almoçar no Centurium. Veja o nosso Menu de Segunda a Sexta-feira. (Veja a imagem)

O Restaurante Centurium em Braga situa-se na zona pedonal da Avenida Central e perto do centro histórico, estando a uma curta caminhada do Museu Nogueira da Silva.

O Centurium promove um Menu não fixo, variando de acordo com os produtos mais frescos disponíveis em cada dia. Carnes e peixes frescos preparados com criatividade e bom-gosto, sobremesas deliciosas e uma excelente carta de vinhos.

No interior, os arcos e as paredes de granito, a música ambiente, o jardim privado e uma decoração suave e quente, convidam aos prazeres da gastronomia e de uma boa conversa.

O Centurium possui um elegante bar com música ambiente propício para conviver numa saída à noite com os amigos, ou enquanto espera pela sua companhia para almoçar ou jantar.

Beneficiando de toda a atmosfera de elegância, o bar é o local de eleição para terminar ou começar uma noite de negócios.

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Excelente menu de almoço!

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Posto de Turismo de Braga
Av. da Liberdade, 1
4710-305  Braga
Portugal

A Porta de Braga é o Centro de Interpretação que a cidade disponibiliza aos seus visitantes. Aqui encontra tudo o que precisa para conhecer e desfrutar do melhor que Braga tem para oferecer: informação personalizada; elementos multimédia e a projeção de filmes para planear o seu roteiro; sala multiusos para atividades e eventos; e ainda visitas acompanhadas ao Centro de Interpretação.

Contactos
tel.: 253 262 550 / fax: 253 613 387
email: turismo@cm-braga.pt

Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta  9h às 13h e das 14h às 18h:30
Sábado e Domingo  10h às 13h e das 14h às 18h:00

Braga
Ponto de Interesse
Theatro Circo
Avenida da Liberdade
São José de São Lázaro
4715 037  Braga
Portugal

O Theatro Circo localiza-se na Avenida da Liberdade, na freguesia de São Lázaro, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983.

Em 1906, um grupo de bracarenses liderado pelo então presidente da Câmara Municipal, Artur José Soares, José António Veloso e Cândido Martins idealizou o Theatro Circo. À época, a cidade possuía apenas o pequeno Teatro São Geraldo (onde hoje se encontra o edifício do Banco de Portugal), respondendo esse projeto aos anseios da cidade, que assistia a um grande desenvolvimento teatral, a exemplo do que acontecia no resto do país. Com a construção do Theatro Circo, o edifício do Teatro São Geraldo foi vendido ao Banco de Portugal, que aí construiria mais tarde a sua delegação em Braga.
O projeto do novo teatro ficou a cargo do arquiteto Moura Coutinho, sendo erguido em parte do espaço anteriormente ocupado pelo extinto Convento dos Remédios. Os trabalhos iniciaram-se em 1911 estando concluídos três anos mais tarde (1914). A sala principal, de estilo italiano e com uma capacidade de 1500 lugares, estava organizada em taburnos para uma fácil adaptação entre os vários tipos de espectáculos. Dada a sua dimensão e arquitetura foi considerado um dos maiores e mais belos teatros do país à época.
Em 21 de abril de 1915, foi inaugurado pela companhia do "Éden Teatro de Lisboa", com a opereta de Ruggero Leoncavallo La reginetta delle rose (A Rainha das Rosas), com Palmira Bastos no papel principal.
Entre 1918 e 1925 o Theatro Circo foi gerido pelo Teatro Sá da Bandeira. Neste período assistiram-se a grandes espectáculos, como as óperas Madame Butterfly de Puccini e Aida de Verdi. Foi também um período de revelações artísticas locais, como as estreias do Orfeão de Braga e da Orquestra Sinfónica de Braga. Durante a década de 1920 foi criado no imóvel o Salão Nobre.
Na década de 1930, ao teatro, à revista, ao circo, ao cinema mudo e à música juntou-se o cinema sonoro. Esta renovada arte marca um ponto de viragem no Theatro Circo. As exibições de filmes de Charlie Chaplin e de Rudolfo Valentino, e as de filmes nacionais como Minha Noite de Núpcias, provocaram o declínio das então artes tradicionais. No ano de 1933 o Theatro Circo e o Cinema São Geraldo mudaram de gerência, que foi entregue a José Luís da Costa do Teatro Garrett da Póvoa de Varzim. A Sociedade Dramática Bracarense, em 1935, iniciou-se aqui no mundo do espectáculo.
Durante a ditadura do Estado Novo, além das actuações culturais censuradas pelo Estado, foi utilizado como palco de campanha e "acções de propaganda". De salientar o dia 1 de junho de 1958, quando os espectadores foram convidados a assistir da varanda do Salão Nobre à enorme violência exercida pela polícia sobre o povo adepto da Oposição Democrática liderada pelo General Humberto Delgado.
Após a Revolução dos Cravos, com o fim da censura, as peças teatrais convergiram todas para o tema central da liberdade. No entanto, a abertura de novas salas de cinema na cidade e a ascensão da televisão no país provocam o declínio económico do Theatro Circo. Na tentativa de recuperar alguma rentabilidade, o Café Bristol (na esquina do edifício) foi vendido a uma instituição bancária, que aí instalou uma agência. Em 1987, a Companhia de Teatro de Braga instalou-se no Theatro Circo. Um ano depois, em 1988, a Câmara Municipal de Braga adquiriu o imóvel.
No final da década de 1990, a Câmara Municipal de Braga, o Ministério da Cultura e o Plano Operacional da Cultura traçaram um plano de requalificação do edifício, que incidiu na recuperação da sua traça original (exteriores e interiores) e na requalificação do Salão Nobre, do "Foyer" e da sala principal (agora com 899 lugares).
Foram criadas duas novas salas, uma com 250 lugares e outra de ensaios, uma zona museológica, uma livraria de artes, um restaurante, um "café-concerto" e bares. A sala principal passou a ser dotada para todos os tipos de artes realizadas em salas de espectáculos, tais como o teatro, a dança, a música, o cinema, a Ópera, entre outros, possuindo também um dos melhores sistemas de som da Europa.[1]
Durante o primeiro ano foram realizados 114 espectáculos distribuídos por 178 sessões para um total de 70 mil espectadores.
O teatro foi reaberto a 27 de outubro de 2006, com um concerto da orquestra sinfónica Nacional Checa, com obras de Nino Rota sob a direção de Marcello Rota (sobrinho de Nino Rota). Até ao final do ano foram também apresentados outros espectáculos, a quase totalidade com lotação esgotada, como o grupo "A Naifa", Chico César, teatro com Antônio Fagundes, os Monges Tibetanos de Tashi Lhunpo, entre outros. De destacar a realização no Theatro Circo de uma das quatro únicas datas europeias do espectáculo Turning de Antony & The Johnsons ou a apresentação do concerto de Moonchild de John Zorn.
Em 2007, a atriz Eunice Muñoz apresentou-se neste palco, interpretando o papel de "Miss Daisy", no original de Alfred Uhry, "Driving Miss Daisy", coadjuvada pelos atores Guilherme Filipe ("Boolie Werthan") e Thiago Justino (o motorista, Hoke), numa encenação de Celso Cleto. Também o grupo Mão Morta aí estreou, em duas noites de sala esgotada, o seu espectáculo Maldoror, numa co-produção do próprio Theatro Circo, que continuou com uma programação com grandes nomes da música internacional, como Laurie Anderson, Philip Glass ou David Sylvian.

Braga
Ponto de Interesse
Igreja dos Congregados Braga
Avenida Central
São José de São Lázaro
4710 228  Braga
Portugal

A Igreja dos Congregados foi iconstruida durante o séc. XVI, mas foi só terminada no séc. XX, tendo sido benzida em 1717 mas suas torres foram terminadas. As imagens de S.Martinho e de S.Filipe de Nery da fachada principal só foram colocadas em 1964. Ao lado fica o convento dos Congregados, um edificio Barroco construido durante a parte final do séc. XVII. A Congregação do Oratório foi expulsa em 1834, e desde então este convento teve váriadas utilizações desde Biblioteca, Liceu e actualmente serve a Univesridade do Minho como Instituto de Estudos das Crianças.

Braga
Ponto de Interesse
Museu Nogueira da Silva
Avenida Central 61
S. João do Souto
4710 229  Braga
Portugal

Horários

Museu
Das 10h às 12h – das 14h às 17h

Galeria
Das 10h às 12h – das 14h às 18h.45

Encerram Sábados de manhã, Domingos, Segundas
e Feriados

O Museu Nogueira da Silva deve a sua fundação ao legado, feito em Setembro de 1975, a favor da Universidade
do Minho pelo Senhor António Augusto Nogueira da Silva. Originário de uma família bracarense, desenvolveu uma actividade filantrópica que levou o Estado e a Igreja
a distingui-lo com várias ordens honoríficas. A dimensão
do edifício da autoria do Arquitecto Rodrigues Lima, o jardim e a situação no centro da cidade, tornaram possível
a disponibilização de espaços para actividades culturais complementares ao Museu como a Galeria da Universidade onde se realizam exposições temporárias; auditórios
para conferências e concertos; a Fototeca onde se conservam vários arquivos fotográficos.

Braga
Ponto de Interesse
Arcada
Praça da República
S. João do Souto
4710 228  Braga
Portugal

É difícil de abordar o centro histórico sem começarmos por recordar o arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). Passados quinhentos anos do início da prelatura é pela acção programática e filantrópica mecenática que subsiste e se determina o que há de essencial na estrutura urbana do núcleo central da cidade.

O Largo da Arcada, topónimo resistente da nossa memória colectiva, mandado rasgar no primeiro quartel do século XVI pelo arcebispo, desde que foi aberto, veio tendencialmente a adquirir o estatuto de espaço central do quotidiano dos bracarenses. Instalado no extremo poente do Campo de Sant’Anna, a praça viria a concentrar os acessos viários que demandavam Braga provenientes do interior regional. Para aí verteriam alguns dos elementos mais marcantes do início do século.

O Passeio Público, projectado em 1854 à imagem do seu congénere de Lisboa, viria a constituir, por excelência, o espaço romântico da cidade. Neste se desenrolariam alguns dos acontecimentos sociais e festivos mais significativos da segunda metade do século XIX, tendo prorrogado as funções de vitrine de Braga até aos dias de hoje, isto apesar do referido jardim vedado ter sido definitivamente desmantelado em 1913, para dar lugar à nova Avenida Central.

No extremo Norte da Praça da República, como então se passou a designar desde o referido evento, sobressaem o Teatro de S. Geraldo (1865-1929), actual Banco de Portugal; e o antigo Banco do Minho (1865-1929), hoje a Caixa Geral de Depósitos. Os dois edifícios viriam a ocupar parte do antigo terreiro do Eyrado que existia no início da rua dos Chãos, aproximadamente simétrico ao existente.

De facto a Arcada propriamente dita, é a herdeira dos primitivos alpendres mandados edificar no século XVI para albergar os almocreves, os seus animais e mercadorias, que se dirigiam a Braga para comerciar os seus produtos. Desde então o local jamais perderia a sua vocação de ponto de encontro e local de convívio.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444  Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

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Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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