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Tábuas, Copos, & Outras Cenas | Restaurantes

Tábuas, Copos, & Outras Cenas

Total de visualizações: 4,521
Norte
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Tipo de cozinha

Gourmet
Tapas
Típica
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
6€
Jantar: 
15€

Lotação

28
Contactos
(+351) 936 706 108

Contactar este restaurante

Morada

Rua D. Gonçalo Pereira 54, Braga, 4700-032

Web

Horário

Terça a Sexta das 16h às 23h Sábado das 11h às 24h Encerrado: Domingo e Segunda-feira

Reserva Online

Tábuas, Copos, & Outras Cenas

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 18:00

Separadores Verticais

Oferta
Happy Hour - Oferta de um copo

3ºfeira a 6ºfeira - Happy Hour das 18h as 20h. Oferta de um copo na compra de uma tábua ou tapa. (Ver imagem)

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"Cenas" de Partilha 4/um..4pessoas - 24€

Tábuas copos & outras cenas partilha de terça a quinta um menu especial com 4Tapas e 1 garrafa de vinho, para grupo até 4pessoas - 24euros por grupo!
Venha conviver e partilhar com os amigos!

nota: este menu é ideal para 4convivas e a bebida pode ser substituida por sangria ou cerveja...se desejar outro vinho paga apenas a diferença de preço de carta...

 

Tábuas, Copos, & Outras Cenas é um espaço em Braga dedicado à divulgação da gastronomia portuguesa.

Aqui pode apreciar bons queijos, boas refeições, degustar bons enchidos, petiscar um bom presunto e beber um bom copo... e outras cenas!!

As suas tapas preferidas num local perto de si!

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
Rua de São Paulo 1
Cividade
4700 042  Braga
Portugal

Horário de funcionamento
segundas e sábados: 9h30-12h30 e 14h00-18h00
terças a sextas-feiras: 9h00-20h00

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva abriu oficialmente as suas portas ao público em 21 de Dezembro de 2004. Nasceu da união de vontades da Universidade do Minho e da Câmara Municipal de Braga, que em 1990 manifestaram o interesse, junto do Ministério da Cultura, na integração de Braga no projecto Bibliopolis, lançado pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas para os grandes centros urbanos (quatro a nível nacional), tendo em vista a adesão à Rede Nacional de Leitura Pública.

Vocacionada e equipada segundo os mais modernos padrões internacionais, tem entre os seus objectivos a dinamização da leitura e a atracção de novos públicos, bem como o de criar as estruturas conducentes à concretização de uma Rede de Bibliotecas Escolares no concelho de Braga.

Situada no centro histórico de Braga, foi habilmente concebida pelo arquitecto Mário Abreu, de modo a preservar e expor os vestígios arqueológicos encontrados no local.

Este espaço, concebido para acolher simultaneamente 600 utentes de perfis diversos e em diferentes actividades, dispõe de três salas de leitura para adultos com capacidade de 200 lugares, numa das quais se disponibilizam cabinas de leitura individual, uma sala de leitura infanto-juvenil com 65 lugares e ainda um espaço autónomo especialmente destinado a actividades de animação infantil com 30 lugares. Uma sala de expressão plástica para actividades em grupo complementa o espaço destinado ao público mais jovem.

A audição de um CD, o visionamento de um filme, estão disponíveis em amplos e cómodos espaços concebidos para esse efeito e equipados com a mais moderna tecnologia e com capacidade para 30 utentes em utilização simultânea.

Um auditório com 160 lugares, uma sala de exposições e um bar com amplo espaço envolvente, onde em confortáveis sofás poderá tomar o seu café enquanto lê um jornal, uma revista ou um livro, completam o equipamento destinado ao público.

Nesta biblioteca poderão ser consultadas as obras publicadas em Portugal desde 1975, parte significativa em regime de livre acesso às estantes, num total de cerca de 325.470 obras. Estão também disponíveis 2.300 CD e DVD.

Braga
Ponto de Interesse
Termas Romanas do Alto da Cividade Braga
Rua Doutor Rocha Peixoto
Cividade
4700 033  Braga
Portugal

Rua Dr. Rocha Peixoto - Braga
Telefone: (+351) 253 278 455
Fax: (+351) 253 613 387
E-mail: termas.romanas@cm-braqa.pt
www.cm-braga.pt

Horário:
Terça a Sexta-feira: 09:00 - 12:30 / 14:00 - 17:30 horas
Fins-de-semana e feriados: 11:00 - 17:00 horas
Encerra à Segunda-feira

Visitas guiadas mediante marcação.

Ingresso: € 1.70

Entrada livre:
Estudantes
Crianças até aos 14 anos
Professores do concelho de Braga
Jornalistas, investigadores e profissionais de Turismo (devidamente credenciados e no desempenho das suas funções)
Funcionários da Câmara Municipal de Braga
Domingos e Feriados para o público em geral

Desconto de 50%:
Jovens entre os 15 e os 25 anos
Professores
Reformados (mais de 65 anos)
Portadores de deficiência
Detentores do Cartão Jovem Munícipe
Detentores do Braga Card
Famílias com 2 ou mais filhos menores (sobre o preço de ingresso de um dos pais acompanhantes

O edifício das termas do Alto da Cividade foi descoberto no decorrer de trabalhos arqueológicos realizados em 1977. Foi então identificado parte de um edifício de banhos, interpretado como umas termas públicas. Interrompidas durante a década de 80, as escavações das termas foram retomadas nos anos 90 e concluídas em 1999. Graças a estes trabalhos, foi possível verificar os limites do edifício, estabelecer a sucessão das principais fases construtivas, perceber o esquema de circulação e reconstituir a sua arquitectura e volumetria. Estas termas constituem um interessante exemplo do modo como funcionavam estes edifícios romanos.

AS TERMAS ROMANAS DO ALTO DA CIVIDADE

O edifício das termas do Alto da Cividade foi descoberto no decorrer de trabalhos arqueológicos realizados em 1977. Foi então identificado parte de um edifício de banhos, interpretado como umas termas públicas. Interrompidas durante a década de 80, as escavações das termas foram retomadas nos anos 90 e concluídas em 1999. Graças a estes trabalhos, foi possível verificar os limites do edifício, estabelecer a sucessão das principais fases construtivas, perceber o esquema de circulação e reconstituir a sua arquitectura e volumetria. Estas termas constituem um interessante exemplo do modo como funcionavam estes edifícios romanos.

O funcionamento das termas públicas

As termas eram locais destinados ao cuidado do corpo. Possuíam um conjunto de espaços fechados, reservados aos banhos quentes e frios e às massagens, podendo possuir igualmente áreas abertas, chamadas palestras, onde se praticavam exercícios físicos.

A tecnologia de aquecimento das termas foi-se aperfeiçoando nos últimos séculos da República, acabando por recorrer ao sistema de hipocausto, desenvolvido no séc. I a.C.. Este sistema implica a existência de câmaras subterrâneas, ocas, situadas sob os pavimentos, por onde circulava o ar quente produzido numa fornalha, chamada praefurnium.
A água destinada às piscinas dos compartimentos quentes era aquecida em caldeiras, circulando em canos de chumbo.
O normal funcionamento das termas exigia um espaço onde os banhistas se despiam (apodyterium), uma sala de banhos frios (frigidarium), uma sala de transição entre os banhos frios e quentes (tepidarium) e uma sala de banhos quentes (caldarium).

Fases construtivas e evolução das termas

As termas do Alto da Cividade foram construídas nos inícios do séc. II, reaproveitando parte de um edifício anterior, datado da época de Augusto, ou de Tibério.

Nos finais do séc. II / inícios do III, verificou-se uma primeira reforma do balneário, sendo ampliada e redefinida a área de banhos.
A remodelação mais significativa ocorrerá, todavia, nos finais do séc. III / inícios do IV, aquando da transformação da anterior zona quente em zona fria.
As termas sofrerão uma nova reforma em meados do séc. IV, com novas remodelações na área quente, tornando-se o edifício ainda mais pequeno.

Nos inícios do séc. V, época da instalação dos Suevos na região de Braga, o edifício terá sido adaptado a outras funções. A insegurança e os hábitos cristãos, pouco favoráveis à prática de banhos públicos, terão determinado o fim da utilização das termas.

Braga
Ponto de Interesse
Câmara Municipal de Braga
Praça do Município
4700 312  Braga
Portugal

O edifício da Câmara Municipal, voltado à praça do Município foi mandado construir pelo Arcebispo D. José de Bragança em 1753 para acolher o Senado Municipal. A intenção de transformar esta praça na mais importante da cidade deve ter sido motivação para a sua construção neste local. É uma das obras-primas de André Soares. Segundo Robert Smith é a “maior obra-prima da arquitectura civil barroca da Península Ibérica”.
Ao centro está colocada a imagem de Nossa Senhora do Livramento, trazida do anterior edifício municipal, que existiu entre 1518 e 1775, na praça em frente à Sé. A ala norte do edifício só foi construída em meados do século XIX, altura em que foram pintados os azulejos da escadaria e em que foi construído o salão nobre.

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421  Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444  Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

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