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Pé no Rio | Restaurantes

Pé no Rio

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Norte
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Tipo de cozinha

Grelhados
Regional
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Praia

Preço médio

Almoço: 
10€
Jantar: 
18€

Lotação

80
Contactos
(+351) 253 987 286
(+351) 935 010 010

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Morada

Av. Marginal Esposende, Esposende, 4740

Horário

12h
15h
19h
23h

Aliar momentos de prazer gastronómico a um ambiente requintado e tranquilo é o prato forte do Restaurante PénoRio. Localizado na Foz do Rio Cávado é parte integrante de um espaço natural, rico e deslumbrante que proporciona aos clientes momentos de verdadeiro prazer. A decoração prima pela elegância e discrição com motivos que retratam a natureza. A cozinha privilegia pratos simples e deliciosos, numa fusão tipicamente portuguesa. Momentos inesquecíveis esperam por si. Depois de um dia de trabalho, usufrua de um jantar a dois. Uma pausa romântica como só o Restaurante PénoRio lhe sabe oferecer!

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Esposende
Ponto de Interesse
Praia de Esposende
Praia de Esposende
Marinhas
47140 Esposende
Portugal

Praia da cidade de Esposende, zona balnear central das praias do MInho.

Reúne as comodidades de uma praia citadina e, as maravilhas de uma praia localizada num parque natural, neste caso o - Parque Natural Litoral do Norte.

Com areal extenso, limitada a Sul pela foz do rio Cávado e a Norte pela praia das Marinhas.

Praia familiar, com as características barracas listradas, rodeada por uma zona de restauração e lazer de excelência.

Esposende
Ponto de Interesse
Praia de Ofir
Praia de Ofir
Fão
4740 Esposende
Portugal

A sul da foz do Rio Cávado, integrada na Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende, a Praia de Ofir, rodeada por dunas e pinhais, é um dos mais belos trechos do litoral norte de Portugal. Antecedida por uma praça e um parque de estacionamento, famosa pelas polémicas três torres adjacentes ao areal a praia de Ofir, vigiada, é local de tradição de férias para veraneantes do Norte interior de Portugal. Para além dos óptimos acesso e imobiliário de estação balnear, conta com duas escolas de Surf, devido às suas características de praia óptima de iniciação desta prática desportiva. Uma curiosidade natural são os rochedos que na maré baixa emergem no mar e que pelo seu formato são popularmente designados por "Cavalos de Fão". Curiosidade - "OS CAVALOS DE FÃO" “A Lenda dos Cavalos de Fão e do Ouro de Ofir” “Salomão quis dar cumprimento a um velho desejo de seu pai, o Rei David: construir o Templo do Senhor, em Jerusalém. Chegaram de todo o reino artífices hábeis em construir templos, em trabalhar a madeira e na arte de lavrar a pedra. Solicita a ajuda do Rei Irão da Fenícia que constrói uma frota, que atravessa o Mediterrâneo e sulca o Atlântico recolhendo madeiras exótica, com destaque para os cedros do Líbano. Não era suficiente a riqueza dos cedros do Líbano: faltava-lhes o ouro, a prata, as pedras preciosas. Diz a lenda que o bíblico "Ofir" existia na foz do Cávado. Seria dali que os navios fenícios, ao serviço do rei israelita, recolhiam suas cargas preciosas e as transportariam para Jerusalém. Quis o Rei Salomão mostrar a sua gratidão para com estes povos tão remotos, enviando-lhes como presente maravilhosos corcéis que no mundo melhor haviam. O destino, porém, não permitiu que tal acontecesse, arrebatada por uma medonha tempestade, a frota salomónica foi despedaçar-se de encontro à penedia e os famosos cavalos, por obra dos deuses, ficaram petrificados e eternamente cativos destas águas oceânicas, que ora acariciam, ora batem em espumosa fúria, tornando o mar da região um mar de sede, um “suave mar”.” Outra lenda, essa de cariz mais bélico e de defesa da terra sua, conta assim... "Em tempos remotos quando hordas de bárbaros vindos do norte da Europa invadiram a Ibéria na sua sede de destruição e conquista chegaram a terras de Fão que procuraram conquistar pelas notícias que lhes chegavam de serem locais de oiro e de prata abundantes. O Povo com poucos meios mas muita artimanha conseguiu empurrar os invasores que vinham montados em belos cavalos na direcção dos mares onde vieram a morrer afogados. Os cavalos, contudo, por intervenção divina, foram transformados em rochas talhadas à sua semelhança formando uma barreira de protecção do longo areal e onde ainda hoje se mantém, somente sendo visíveis em tempo de maré vazia."

Esposende
Ponto de Interesse
Forte de Esposende - Castelo de São João Baptista
Lugar do Rio
Marinhas
4740 252 Esposende
Portugal

Povoação pertencente à Casa de Bragança, Esposende foi um dos portos piscatórios do Minho que participou activamente na empresa dos Descobrimentos durante os séculos XV e XVI. No reinado de D. Manuel os moradores fizeram todos os esforços para obter foral, mas apenas em 19 de Agosto de 1572 D. Sebastião dotou a povoação com o estatuto de vila. Em 1699 foram abertos os alicerces para a construção de um forte junto à foz do rio Cávado para proteger a barra do rio, integrado no plano defensivo da costa portuguesa. O Forte de São João Baptista, originalmente de planta estrelada, possuía em cada um dos ângulos um baluarte e uma guarita. As obras terminaram em Junho de 1702, tendo sido nomeado como governador António da Cunha Sotto Mayor. A autoria do projecto é atribuída ao engenheiro Manuel Pinto Vila Lobos, tendo sido a construção dirigida pelo mestre Pedro da Rocha Vale, natural de Vila Nova de Cerveira. (AMÂNDIO, Bernardino,1994,p. 54) Em 1866 a estrutura original do forte, nomeadamente a disposição da sua planta, foi modificada para a construção de um farol e do respectivo edifício anexo, que serve de habitação ao faroleiro. Construído em ferro, o farol do forte de Esposende é uma das raras torres metálicas existentes em Portugal.

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Comodidades

Atenção


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