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Manduco | Restaurantes

Manduco

Total de visualizações: 2,313
Norte
Total votes: 1
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Tipo de cozinha

Autor
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
9€
Jantar: 
25€

Lotação

54

Chef

Blandina Moreira
Contactos
(+351) 253 773 270

Contactar este restaurante

Morada

Rua Andrade Corvo 42 B, Campo das Hortas, Braga, 4700-210

Web

Horário

Almoco: 12h00 às 15h00 Jantar: 20h00 às 24h00 I Sexta e Sábado até à 1h00 da manhã

Reserva Online

Manduco

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 17:30

Separadores Verticais

Desconto
Menu Executivo 8.5€

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Menu para grupos 25€

Um Menu ideal para um apetitoso jantar de amigos! (ver imagem ao lado)

Bem-vindo ao Restaurante Manduco em Braga no Campo Hortas mesmo em frente ao Arco da Porta Nova!

Aqui pode degustar dos nossos deliciosos pratos bem como dos saborosos cocktails!

O nosso restaurante é ideal para uma refeição memorável num ambiente bastante acolhedor!

 

 

 

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Fotos

Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Estação Ferroviária de Braga
Largo da Estação
Maximinos
4700 223  Braga
Portugal

Inauguração
O Ramal de Braga foi aberto à exploração em 21 de Maio de 1875.

Vista nocturna da actual Estação de Braga, términus do Ramal de Braga.

A estação no Século XX
Em 1926, a Direcção dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro detinha a exploração de uma linha de autocarros, que ligava esta estação ao Santuário do Bom Jesus do Monte.[5] Em 1933, a Estação sofreu obras de recuperação e melhoramento, e, no ano seguinte, instalou-se a iluminação eléctrica na segunda plataforma.

Construção da nova estação
Em 2003, no âmbito do projecto "Estações com Vida" da Rede Ferroviária Nacional, esta estação sofreu profundas obras de remodelação; o projecto, cujo propósito é transformar as estações em espaços de dinamização social, cultural e económica das localidades aonde se inserem, implicou, no caso desta estação, a construção de um novo edifício, com espaços comerciais e de serviços, como restaurantes e lojas, e a instalação de jardins e de parques de estacionamento. O antigo edifício deixou de ser utilizado como interface ferroviária, passando a ser utilizado para actividades sócio-culturais.

Braga
Ponto de Interesse
Câmara Municipal de Braga
Praça do Município
4700 312  Braga
Portugal

O edifício da Câmara Municipal, voltado à praça do Município foi mandado construir pelo Arcebispo D. José de Bragança em 1753 para acolher o Senado Municipal. A intenção de transformar esta praça na mais importante da cidade deve ter sido motivação para a sua construção neste local. É uma das obras-primas de André Soares. Segundo Robert Smith é a “maior obra-prima da arquitectura civil barroca da Península Ibérica”.
Ao centro está colocada a imagem de Nossa Senhora do Livramento, trazida do anterior edifício municipal, que existiu entre 1518 e 1775, na praça em frente à Sé. A ala norte do edifício só foi construída em meados do século XIX, altura em que foram pintados os azulejos da escadaria e em que foi construído o salão nobre.

Braga
Ponto de Interesse
Museu dos Biscaínhos
Rua dos Biscaínhos
4700 414  Braga
Portugal

Breve Historial do Museu

O Museu dos Biscainhos está instalado no Palácio dos Biscainhos o qual foi fundado no século XVII e definido arquitectonicamente na primeira metade do século XVIII. Durante cerca de três séculos foi habitação de uma família nobre (condes de Bertiandos), transformando-se em Museu público a 11 de Fevereiro de 1978. Em 1949 o edifício e os seus jardins foram classificados como Imóvel de Interesse Público.
O palácio, os jardins barrocos e as suas colecções revelam o quotidiano da nobreza setecentista assim como numerosas referências da vida dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos.

Serviços Disponibilizados ao Público
Acolhimento
Loja, livraria, biblioteca de jardim (Verão) e jardim

Exposição permanente
A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de colecções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, esculura/talha, azulejaria e pintura, da época compreendida entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX. Textos de sala em português e inglês.

Serviços Educativos
Responsável
Margarida Sotto Mayor
Tipo de Actividades
Visitas orientadas ao público escolar e adulto, mediante marcação prévia. Actividades pedagógicas e de animação cultural, destinadas à comunidade escolar e ao público infanto-juvenil através da exploração dos conteúdos temáticos do Museu. Actividade de sensibilização das novas gerações para as questões ambientais através do contacto lúdico e pedagógico com o jardim do museu.

Edições do Museu

• Roteiro do Museu dos Biscainhos, Instituto Português de Museus, 2005. Versões em português e em inglês.
• Roteiro do Museu dos Biscaínhos, (português em braille), ACAPO-Braga, 2005
• Guia Roteiro do Museu dos Biscaínhos, Presidência do Conselho de Ministros, Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português do Património Cultural, Braga,1990
• O Couro Lavrado no Mobiliário Português do Período Barroco: Na Senda do Passado, Sécs. XVII e XVIII, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga,1997
• A Botica ( Séc. XVII – XVIII ), 24 Outubro – 3 Janeiro, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Museu do Mosteiro de S. Martinho de Tibães, Braga
• Abel Salazar: 1889.1946, 13 de Novembro a 23 de Dezembro, Museu dos Biscaínhos, Editor Associação Divulgadora, CASA-MUSEU ABEL SALAZAR
• O Sonho e o Ouro: Portugal / Brasil, Sécs. XVIII / XIX (1ª Metade), 24 de Novembro a 24 de Abril de 1991, Instituto Português do Património Cultural, Museu dos Biscaínhos, Centros de Estudos Lusíadas da Universidade do Minho, Braga, 1990
• Lenços de Outrora: escritos de amor, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1995
• Oficina do Sonho: O Jogo e o Brinquedo, Séc. XVIII – XIX, 7 de Abril – 24 de Junho 90, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1990
• Braga Revisitada 1750: Mapa das Ruas de Braga 1750 – 2000, Ministério da Cultura, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Universidade do Minho, Arquivo Distrital de Braga, Braga, Dezembro, 2000
• Rewind Space Forward (13 Set. > 15 Out. 97), Ministério da Cultura, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1997

Centro de Documentação / Biblioteca
Espólio documental:
História de Portugal, História da Região, Artes Decorativas, Diversos. Sob marcação.

Auditório
Corresponde ao espaço do Salão Nobre, com capacidade para 100 participantes.

Outros
Jardins históricos (10.000 m2). Salas de exposições temporárias.

A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de colecções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, escultura/talha, azulejaria e pintura, da época compreendida entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX.
O jardim do museu é um dos mais significativos do período Barroco em Portugal.
O palácio, os jardins barrocos e as suas colecções revelam o quotidiano da nobreza setecentista assim como numerosas referências da vida dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos.

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421  Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444  Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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