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Idioma

Histórico | Restaurantes

Histórico

Norte
Total votes: 4
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Tipo de cozinha

Regional
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
15€
Jantar: 
20€

Lotação

150

Chef

Isabel Vitorino
Contactos
(+351) 253 412 107
(+351) 915 429 700

Contactar este restaurante

Morada

Rua de Valdonas, nº4 - Oliveira do Castelo, Guimarães, 4800-476

Horário

12h
15h
19h
23h

Reserva Online

Histórico

Data/Hora *
Exemplo: 25/06/2017
Exemplo: 08:00

Separadores Verticais

Oferta
Sábados ao almoço - Menu Família só 35€

O Histórico dá valor à família.

Menu família*

  • Entradas
  • Prato principal
  • Menu júnior
  • Bebida a copo
  • Sobremesa
  • Café

Apenas 35€

*Família de dois adultos e uma criança. Na segunda criança acresce o valor de 5€.

*Desconto válido apenas sábados ao almoço.

 

 

O Restaurante Histórico By PapaBoa está inserido no Centro Histórico de Guimarães, Património Mundial da Humanidade.

Fruto da recuperação de um antigo palacete do séc. XVII, aqui respira-se história e património. O espaço, multi-disciplinar, está preparado para tornar especiais as refeições de negócios, jantares românticos, familiares e de amigos, muitas vezes ao som único e ao vivo do nosso fado.

A gastronomia essa é inigualável e confeccionada com muita paixão... Visite e deixe-se surpreender!

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PETISCOS

  • Cogumelos salteados
  • Moelas
  • Pataniscas de bacalhau
  • Rojões
  • Pimentos Padron
  • Gambas panadas
  • Alheira c/ grelos

CARNE

  • Bochecha de porco preto c/ puré alheira e castanhas
  • Bifinhos à Histórico c/ cogumelos selvagens
  • Naco à Conquistador
  • Bife à portuguesa (com presunto)
  • Supremo de pato flamejado c/ molho verde – NOVIDADE

PEIXE

  • Bacalhau c/ broa, batata a murro e grelos
  • Polvo salteado c/ gambas e ananás
  • Polvo à lagareiro
  • Arroz de tamboril c/ gambas
  • Robalo grelhado c/ molho pesto

PASTAS

  • Lasanha de legumes
  • Penne c/ tomate e Queijo Parmesão
  • Spaghetti c/ Gambas

SOBREMESAS

  • Toucinho do céu à Histórico c/ gelado baunilha
  • Mousse de chocolate
  • Pudim abade priscos
  • Delícia de chocolate
  • Fruta da época / Fruta Tropical
  • Strudel de maça c/ natas frescas

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Aqui perto

Guimarães
Ponto de Interesse
Centro Histórico de Guimarães
4800  Guimarães
Portugal

O Centro Histórico da cidade de Guimarães encerra nas suas ecléticas edificações parte significativa da história do território português. Desde as habitações “terreiras”- casas simples de um só piso, às habitações de um e dois sobrados, das nobres “casas-torre” ao imponente Paço Ducal, a cidade guarda um conjunto arquitectónico de ímpar valor patrimonial datado dos séculos XIII, XIV e XV.

Pelo século XVI regista-se a criação de novas tipologias habitacionais no aglomerado urbano, caracterizadas pela singularidade formal e decorativa das fachadas, pela qualidade das cantarias e pela ostentação de pedras de armas. No século XVII, a par da crescente diversidade de tipologias construtivas, surge a uniformização de volumetria e altura dos edifícios, a supressão de cornijas e assentamento directo de coberturas sobre o topo das fachadas, criando um singular e característico efeito de avanço de beirais sobre o traçado dos arruamentos.

Excepcionalmente preservado, através de um trabalho continuado de boa gestão urbanística, o Centro Histórico de Guimarães ascendeu à categoria de Património Mundial em 2001.

Guimarães
Ponto de Interesse
Largo do Toural
Largo do Toural
  Guimarães
Portugal

Considerado hoje como o coração da cidade, era no século XVII um largo extramuros junto à principal porta da vila, onde se realizava a feira de gado bovino e outras de diversos produtos. Em 1791 a Câmara aforou o terreno junto à muralha para edificação de prédios, que foram feitos mais tarde segundo planta vinda possivelmente de Lisboa, e determina-se assim, o início da lenta transformação do Toural. Na segunda metade do século é construído o Jardim Público, rodeado por um gradeamento de ferro, que abre em 1878. Para este espaço é criado um mobiliário urbano enquadrado na nova arquitectura do ferro: coreto, mictório, bancos e candeeiros. Com a implantação da República o Jardim Público é transferido para outro local, sendo então colocada no centro do Toural a estátua de D. Afonso Henriques. Alguns anos depois esta vai para o Parque do Castelo e é substituída por uma vistosa Fonte Artística. Actualmente, resultado da intervenção realizada em 2011, regressou ao largo o Chafariz renascentista de três taças, originalmente colocado no Toural em 1583, e depois transferido para o Largo Martins Sarmento entre 1873 e 2011.

Guimarães
Ponto de Interesse
Centro Cultural Vila Flor
Avenida D. Afonso Henriques 701
4810 831  Guimarães
Portugal

Horário dos Serviços Administrativos
Segunda a Sexta-feira
Das 09h30 às 12h30
Das 14h00 às 18h30

Telefone (+351) 253 424700 / (+351) 916 329 333
Fax (+351) 253 424710

O Centro Cultural Vila Flor é, actualmente, um espaço de referência no panorama cultural nacional. Um espaço localizado em pleno coração histórico de uma cidade Património Mundial da UNESCO, num verdadeiro sinal da excelência de uma cidade onde a cultura existe e está aberta a todos os públicos. Inaugurado no dia 17 de Setembro de 2005, foi pensado com o propósito de dar forma e vida a mais de 15 anos de percurso cultural existente na cidade, mas também como motor de descentralização, permitindo a Guimarães fazer parte dos roteiros culturais do país.
Instalado no Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, prima pela conjugação da história da quinta, dos seus magníficos jardins e admirável arquitetura que se desdobra entre memórias ancestrais e os traços da modernidade. O edifício, projetado de raiz para a apresentação de espetáculos de índole cultural, foi também concebido de forma a optimizar todos os recursos e a criar estruturas da mais alta qualidade capazes de permitir a sua múltipla utilização enquanto espaço aberto à realização dos mais diversos eventos.

Equipado com dois auditórios, quatro salas de reuniões, uma área expositiva de 1000m2, um restaurante, um café concerto, parque de estacionamento e jardins, o Centro Cultural Vila Flor permitiu reforçar e alargar o projeto cultural e socioeconómico da cidade de Guimarães e de toda a região envolvente, oferecendo condições ímpares para a realização de eventos de natureza variada.

Graças a um trabalho desenvolvido nos últimos anos pela Câmara Municipal de Guimarães, em estreita colaboração com diversas instituições do concelho, Guimarães afirmou-se como um polo cultural de referência em Portugal. A entrada em funcionamento do Centro Cultural Vila Flor propiciou o desenvolvimento cultural da cidade e de toda a região circundante, propiciou a intervenção em áreas de projetos até agora inacessíveis, propiciou o crescimento e a fruição cultural.

Um conjunto vasto de disciplinas, linguagens e géneros artísticos, encontra-se representado na programação do CCVF, que se pretende que seja contemporânea, regular, eclética e diversificada. Através do seu Serviço Educativo, o Centro Cultural Vila Flor tem ainda como objectivo sensibilizar, criar e formar novos públicos desenvolvendo o seu sentido estético e crítico.

Guimarães
Ponto de Interesse
Castelo de Guimarães
Rua Conde D. Henrique
4810 245  Guimarães
Portugal

HORÁRIOS

Paço dos Duques de Bragança, Castelo de Guimarães e Igreja de S. Miguel:
Todos os dias das 10.00 h às 18.00 h
Última admissão: 17.30 h
Encerra nos seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro.

PREÇOS DE INGRESSO

Paço dos Duques
Taxa normal: 5,00€

Torre de Menagem
Taxa normal: 1,50€

Entrada livre
Domingos e feriados - até às 14.00h*;
Crianças até aos 14 anos;
Membros da APOM/ICOM, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Nacional de Belas-Artes, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Portuguesa de História, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, mediante comprovação documental;
Investigadores, jornalistas e profissionais do turismo no desempenho das suas funções e devidamente identificados;
Professores e alunos de qualquer grau de ensino em visita de estudo, mediante marcação prévia (mín. 8 dias)*;
Mecenas institucionais;
Membros de Associações de Amigos dos Palácios;
Funcionários do IMC, I.P. e serviços dependentes do IMC, I.P.

* A entrada gratuita dos grupos é limitada e está sujeita a marcação prévia (mín. 8 dias) por e-mail, onde deverá constar a identificação da entidade requerente, número de pessoas, a data e hora aproximada da visita, assim como um contacto do responsável pela mesma. A autorização da Direcção do Paço dos Duques deverá ser impressa e apresentada na Bilheteira no próprio dia.

Desconto de 60%
Portadores de Cartão-jovem

Desconto de 50%
Pessoas com mais de 65 anos.
Portadores de deficiência.

Descontos Especiais
Bilhete de Família - 50% de desconto para os filhos menores (15 - 18) quando acompanhados por um dos pais
Grupos a partir de 100 pessoas, adquiridos com antecedência mínima (24h)

OUTRAS INFORMAÇÕES (ACESSOS, TURÍSTICA, ESTACIONAMENTO)

Coordenadas GPS: 41º26'47'' N; 08º17'28'' O
Acessos: Por Auto-estrada:
A3 (Porto), com saída em Famalicão ou Santo Tirso A7 até Guimarães (ver mapa).
A11
A28, A7
Outras Informações: nos postos de Turismo da Câmara Municipal de Guimarães, na Praça de Santiago tel. 253 518 750 ou Alameda tel. 253 412 420.
Estacionamento: na rua Conde D. Henrique e parque de estacionamento do Largo da Mumadona (estacionamento pago) e Campo de S. Mamede, excepto às sextas-feiras (estacionamento gratuito).

No século X, após ter enviuvado do Conde Hermenegildo (ou Mendo) Gonçalves, a Condessa Mumadona Dias assume o governo do Condado Portucalense e toma duas medidas de grande importância: funda, na parte baixa de Guimarães, o Mosteiro de Santa Maria (por volta do ano de 950) e, na parte alta, um castelo, o denominado Castelo de S. Mamede (entre os anos 950 e 957). A construção deste castelo foi necessária para defender o Mosteiro recém edificado e as populações que, entretanto, se foram fixando junto a estas duas construções. A construção deste Castelo foi igualmente, uma forma de afirmar o seu poder perante os demais senhores feudais. Um diploma que assinala a entrega do Castelo de S. Mamede ao Mosteiro de Guimarães, em 4 de dezembro de 968, é a primeira referência conhecida a esta fortificação.
A Condessa Mumadona Dias funda em Guimarães, no séc. X, duas construções de grande importância, pois vão estar na origem da Guimarães que conhecemos hoje: o Mosteiro de Santa Maria e o Castelo de S. Mamede, assim designado no Testamento de Mumadona.
Tal como o historiador Mário Jorge Barroca refere, o castelo desta época seria muito diferente daquele que conhecemos hoje, pois eram obras incipientes, os torreões eram raros e não se conheciam as torres de menagem, sendo muitas vezes necessário o recurso à remoção de terras para criar desníveis acentuados.
O Castelo foi objeto de inúmeras alterações tendo a sua configuração atual pouco a ver com a sua forma original. De facto, com o Conde D. Henrique são realizadas algumas reformas e, segundo Mário Barroca, existem vestígios que se supõem da época deste Conde. Mais tarde, nos séc. XIII/XIV, com D. Dinis foi construída a Torre de Menagem e ergueram-se os oito torreões que flanqueiam a muralha do castelo.
Outras reformas mais tardias foram levadas a cabo no reinado de D. João I sendo aqui definida a sua última forma.
Interessante é também o facto de o Castelo de Guimarães ser o primeiro castelo português a ter registos fotográficos que nos mostram a estrutura tal com se encontrava no séc. XIX. Estas fotografias são da autoria de Frederick William Flower, um comerciante inglês que viveu alguns anos no Porto, que foi o pioneiro na utilização da técnica fotográfica.

Depois de séculos de abandono e ruína, o Castelo foi objeto de um imperativo restauro, levado a cabo na década de 30 do século XX, pela DGEMN. O objetivo destas obras de beneficiação foi reabilitar o lugar mais emblemático da castelologia nacional.
O Castelo de Guimarães é Monumento Nacional desde 1910 e Maravilha de Portugal desde 2007.

Guimarães
Ponto de Interesse
Paço dos Duques de Bragança
Rua Conde D. Henrique
4810 245  Guimarães
Portugal

HORÁRIOS

Paço dos Duques de Bragança, Castelo de Guimarães e Igreja de S. Miguel:
Todos os dias das 10.00 h às 18.00 h
Última admissão: 17.30 h
Encerra nos seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro.

Entrada livre
Domingos e feriados - até às 14.00h*;
Crianças até aos 14 anos;
Membros da APOM/ICOM, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Nacional de Belas-Artes, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Portuguesa de História, mediante comprovação documental;
Membros da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, mediante comprovação documental;
Investigadores, jornalistas e profissionais do turismo no desempenho das suas funções e devidamente identificados;
Professores e alunos de qualquer grau de ensino em visita de estudo, mediante marcação prévia (mín. 8 dias)*;
Mecenas institucionais;
Membros de Associações de Amigos dos Palácios;
Funcionários do IMC, I.P. e serviços dependentes do IMC, I.P.

* A entrada gratuita dos grupos é limitada e está sujeita a marcação prévia (mín. 8 dias) por e-mail, onde deverá constar a identificação da entidade requerente, número de pessoas, a data e hora aproximada da visita, assim como um contacto do responsável pela mesma. A autorização da Direcção do Paço dos Duques deverá ser impressa e apresentada na Bilheteira no próprio dia.

Desconto de 60%
Portadores de Cartão-jovem

Desconto de 50%
Pessoas com mais de 65 anos.
Portadores de deficiência.

Descontos Especiais
Bilhete de Família - 50% de desconto para os filhos menores (15 - 18) quando acompanhados por um dos pais
Grupos a partir de 100 pessoas, adquiridos com antecedência mínima (24h)

O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães foi mandado construir no século XV por D. Afonso, (filho ilegítimo do rei D. João I e de D. Inês Pires Esteves), 1º Duque da Casa de Bragança e 8º Conde de Barcelos, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha de D. Afonso, Conde de Gijón e Noronha e D. Isabel, Senhora de Viseu).
Essencialmente habitado durante o século XV, assistiu-se nas centúrias seguintes a um progressivo abandono e a uma consequente ruína, motivada por fatores políticos e económicos, que se foi agravando até ao século XX.
Entre 1937 e 1959 realizou-se uma ampla e complexa intervenção de reconstrução executada a partir de um projeto da responsabilidade do arquiteto Rogério de Azevedo. Paralelamente, procedeu-se à aquisição do recheio atual, composto por peças de arte datadas, essencialmente, dos séculos XVII e XVIII.
Elevado a Monumento Nacional desde 1910, ou seja, ainda antes da sua reconstrução, o Paço dos Duques de Bragança de Guimarães é atualmente um serviço dependente do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) e integra o Museu (1º piso), uma ala destinada à Presidência da República (fachada principal, 2º piso) e uma vasta área vocacionada para diversas iniciativas culturais (no rés do chão).
O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães é um dos Palácios Nacionais mais visitados por portugueses e estrangeiros.

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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