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Colinatrum | Restaurantes

Colinatrum

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Norte
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Tipo de cozinha

Internacional
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano

Preço médio

Almoço: 
5€
Jantar: 
12€

Lotação

70
Contactos
(+351) 253 215 630
(+351) 915 260 383

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Morada

Rua Damião de Góis 11, Braga, 4700-028

Horário

Segunda a Sexta-feira: 8h00 às 2h00 I Sábado e Domingo: 8h30 às 02h00

Reserva Online

Colinatrum

Data/Hora *
Exemplo: 18/08/2017
Exemplo: 11:30

Separadores Verticais

Desconto
Prato do Dia de Segunda a Sábado 4,95€

Venha almoçar connosco no Colinatrum! 

Oferta
Jantares de Grupo

Venha com os seus amigos e faça o seu jantar no Colinatrum! Também disponível para almoços e brunchs!

O Colinatrum é um espaço em Braga com uma vista única, no cimo de uma colina. Estando no centro da cidade rodeada pelo enorme relvado, parece estar longe do centro da cidade, dada a sua vista esplêndida.

O nosso espaço apresenta uma grande esplanada que pode ser utilizada o ano todo.

No Colinatrum servimos desde o pequeno almoço, almoço, cafetaria, lanche, jantar, cervejas artesanais, champanhe, sangria e até bebidas espirituosas.

Venha também conhecer o nosso fantástico Brunch ou experimentar alguns pratos vegetarianos.

Aqui poderá desfrutar das belas refeições que oferecemos e deliciar-se com o nosso magnífico espaço.

O Colinatrum é um espaço de eleição e de grande referência na cidade de Braga!

Venha comprovar!

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Fotos

Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Estação Ferroviária de Braga
Largo da Estação
Maximinos
4700 223 Braga
Portugal

Inauguração
O Ramal de Braga foi aberto à exploração em 21 de Maio de 1875.

Vista nocturna da actual Estação de Braga, términus do Ramal de Braga.

A estação no Século XX
Em 1926, a Direcção dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro detinha a exploração de uma linha de autocarros, que ligava esta estação ao Santuário do Bom Jesus do Monte.[5] Em 1933, a Estação sofreu obras de recuperação e melhoramento, e, no ano seguinte, instalou-se a iluminação eléctrica na segunda plataforma.

Construção da nova estação
Em 2003, no âmbito do projecto "Estações com Vida" da Rede Ferroviária Nacional, esta estação sofreu profundas obras de remodelação; o projecto, cujo propósito é transformar as estações em espaços de dinamização social, cultural e económica das localidades aonde se inserem, implicou, no caso desta estação, a construção de um novo edifício, com espaços comerciais e de serviços, como restaurantes e lojas, e a instalação de jardins e de parques de estacionamento. O antigo edifício deixou de ser utilizado como interface ferroviária, passando a ser utilizado para actividades sócio-culturais.

Braga
Ponto de Interesse
Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
Rua de São Paulo 1
Cividade
4700 042 Braga
Portugal

Horário de funcionamento
segundas e sábados: 9h30-12h30 e 14h00-18h00
terças a sextas-feiras: 9h00-20h00

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva abriu oficialmente as suas portas ao público em 21 de Dezembro de 2004. Nasceu da união de vontades da Universidade do Minho e da Câmara Municipal de Braga, que em 1990 manifestaram o interesse, junto do Ministério da Cultura, na integração de Braga no projecto Bibliopolis, lançado pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas para os grandes centros urbanos (quatro a nível nacional), tendo em vista a adesão à Rede Nacional de Leitura Pública.

Vocacionada e equipada segundo os mais modernos padrões internacionais, tem entre os seus objectivos a dinamização da leitura e a atracção de novos públicos, bem como o de criar as estruturas conducentes à concretização de uma Rede de Bibliotecas Escolares no concelho de Braga.

Situada no centro histórico de Braga, foi habilmente concebida pelo arquitecto Mário Abreu, de modo a preservar e expor os vestígios arqueológicos encontrados no local.

Este espaço, concebido para acolher simultaneamente 600 utentes de perfis diversos e em diferentes actividades, dispõe de três salas de leitura para adultos com capacidade de 200 lugares, numa das quais se disponibilizam cabinas de leitura individual, uma sala de leitura infanto-juvenil com 65 lugares e ainda um espaço autónomo especialmente destinado a actividades de animação infantil com 30 lugares. Uma sala de expressão plástica para actividades em grupo complementa o espaço destinado ao público mais jovem.

A audição de um CD, o visionamento de um filme, estão disponíveis em amplos e cómodos espaços concebidos para esse efeito e equipados com a mais moderna tecnologia e com capacidade para 30 utentes em utilização simultânea.

Um auditório com 160 lugares, uma sala de exposições e um bar com amplo espaço envolvente, onde em confortáveis sofás poderá tomar o seu café enquanto lê um jornal, uma revista ou um livro, completam o equipamento destinado ao público.

Nesta biblioteca poderão ser consultadas as obras publicadas em Portugal desde 1975, parte significativa em regime de livre acesso às estantes, num total de cerca de 325.470 obras. Estão também disponíveis 2.300 CD e DVD.

Braga
Ponto de Interesse
Termas Romanas do Alto da Cividade Braga
Rua Doutor Rocha Peixoto
Cividade
4700 033 Braga
Portugal

Rua Dr. Rocha Peixoto - Braga
Telefone: (+351) 253 278 455
Fax: (+351) 253 613 387
E-mail: termas.romanas@cm-braqa.pt
www.cm-braga.pt

Horário:
Terça a Sexta-feira: 09:00 - 12:30 / 14:00 - 17:30 horas
Fins-de-semana e feriados: 11:00 - 17:00 horas
Encerra à Segunda-feira

Visitas guiadas mediante marcação.

Ingresso: € 1.70

Entrada livre:
Estudantes
Crianças até aos 14 anos
Professores do concelho de Braga
Jornalistas, investigadores e profissionais de Turismo (devidamente credenciados e no desempenho das suas funções)
Funcionários da Câmara Municipal de Braga
Domingos e Feriados para o público em geral

Desconto de 50%:
Jovens entre os 15 e os 25 anos
Professores
Reformados (mais de 65 anos)
Portadores de deficiência
Detentores do Cartão Jovem Munícipe
Detentores do Braga Card
Famílias com 2 ou mais filhos menores (sobre o preço de ingresso de um dos pais acompanhantes

O edifício das termas do Alto da Cividade foi descoberto no decorrer de trabalhos arqueológicos realizados em 1977. Foi então identificado parte de um edifício de banhos, interpretado como umas termas públicas. Interrompidas durante a década de 80, as escavações das termas foram retomadas nos anos 90 e concluídas em 1999. Graças a estes trabalhos, foi possível verificar os limites do edifício, estabelecer a sucessão das principais fases construtivas, perceber o esquema de circulação e reconstituir a sua arquitectura e volumetria. Estas termas constituem um interessante exemplo do modo como funcionavam estes edifícios romanos.

AS TERMAS ROMANAS DO ALTO DA CIVIDADE

O edifício das termas do Alto da Cividade foi descoberto no decorrer de trabalhos arqueológicos realizados em 1977. Foi então identificado parte de um edifício de banhos, interpretado como umas termas públicas. Interrompidas durante a década de 80, as escavações das termas foram retomadas nos anos 90 e concluídas em 1999. Graças a estes trabalhos, foi possível verificar os limites do edifício, estabelecer a sucessão das principais fases construtivas, perceber o esquema de circulação e reconstituir a sua arquitectura e volumetria. Estas termas constituem um interessante exemplo do modo como funcionavam estes edifícios romanos.

O funcionamento das termas públicas

As termas eram locais destinados ao cuidado do corpo. Possuíam um conjunto de espaços fechados, reservados aos banhos quentes e frios e às massagens, podendo possuir igualmente áreas abertas, chamadas palestras, onde se praticavam exercícios físicos.

A tecnologia de aquecimento das termas foi-se aperfeiçoando nos últimos séculos da República, acabando por recorrer ao sistema de hipocausto, desenvolvido no séc. I a.C.. Este sistema implica a existência de câmaras subterrâneas, ocas, situadas sob os pavimentos, por onde circulava o ar quente produzido numa fornalha, chamada praefurnium.
A água destinada às piscinas dos compartimentos quentes era aquecida em caldeiras, circulando em canos de chumbo.
O normal funcionamento das termas exigia um espaço onde os banhistas se despiam (apodyterium), uma sala de banhos frios (frigidarium), uma sala de transição entre os banhos frios e quentes (tepidarium) e uma sala de banhos quentes (caldarium).

Fases construtivas e evolução das termas

As termas do Alto da Cividade foram construídas nos inícios do séc. II, reaproveitando parte de um edifício anterior, datado da época de Augusto, ou de Tibério.

Nos finais do séc. II / inícios do III, verificou-se uma primeira reforma do balneário, sendo ampliada e redefinida a área de banhos.
A remodelação mais significativa ocorrerá, todavia, nos finais do séc. III / inícios do IV, aquando da transformação da anterior zona quente em zona fria.
As termas sofrerão uma nova reforma em meados do séc. IV, com novas remodelações na área quente, tornando-se o edifício ainda mais pequeno.

Nos inícios do séc. V, época da instalação dos Suevos na região de Braga, o edifício terá sido adaptado a outras funções. A insegurança e os hábitos cristãos, pouco favoráveis à prática de banhos públicos, terão determinado o fim da utilização das termas.

Braga
Ponto de Interesse
Museu Regional de Arqueologia Dom Diogo de Sousa
Rua dos Bombeiros Voluntários
Cividade
4700 025 Braga
Portugal

Horário:
De terça-feira a Domingo das 10:00 às 17:30 horas
Encerrado à Segunda-feira, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa é um organismo público, dependente do Instituto dos Museus e da Conservação e da Secretaria de Estado da Cultura definido na sua Lei orgânica como um museu regional de arqueologia.

O Museu foi criado em 1918, como museu de arqueologia e arte geral, como o objectivo de obstar à dispersão do património local até então na posse de particulares e outras instituições.
Em 1980, com a sua revitalização a missão do Museu foi redefinida como um organismo científico-cultural no âmbito disciplinar de arqueologia, passando a exercer as suas actividades básicas nos domínios do apoio à investigação, da museologia, da divulgação cultural, do apoio ao ensino e à defesa e preservação do património arqueológico regional.

História

O nome do Museu está associado ao arcebispo D. Diogo de Sousa (1461-1532), a quem se ficaram a dever importantes medidas de remodelação urbanística em Braga e o facto de ter reunido os testemunhos arqueológicos mais antigos desta cidade, até então dispersos.

Entre os séculos XVI e XIX registaram-se algumas iniciativas em prol da criação de um museu, mas só em 1918 surgiu o “Museu de História da Arte e Arqueologia”.
Mercê de circunstâncias adversas, o museu não teve um funcionamento regular até 1980, altura em que foi revitalizado, como Museu Regional de Arqueologia.
De então para cá tem desenvolvido a sua actividade no âmbito da preservação e divulgação do património arqueológico local e regional, tendo aberto ao público em Junho de 2007.
Dependente da Direcção Regional de Cultura do Norte, o Museu integra a Rede Portuguesa de Museus e ainda o conjunto de Museus do Eixo Atlântico.

O Edifício
O edifício do Museu foram projectadas para a zona arqueológica mais significativa e melhor preservada da cidade de Braga.
O projecto arquitectónico é da autoria de Carlos Guimarães e Luís Soares Carneiro e desenvolve-se em três corpos, articulados entre si – o sector técnico e de serviços, a cafetaria e a área destinada ao público. O sector técnico engloba um laboratório de restauro e demais sectores de actividade relacionados com o estudo e valorização das colecções, deste e de outros museus, na região.
O projecto da Loja, da Recepção e das Salas de Exposição Permanente é da autoria de Ana Leandro.
A área destinada ao público integra os espaços expositivos, um auditório, loja, biblioteca e serviço educativo.
Para além destes equipamentos o Museu possui amplos espaços exteriores ajardinados, de livre acesso ao público.

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421 Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444 Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

  • lombo de porco assado com batata assada e salada
    4.95€
    filetes de pescada com salada russa (Verão) e arroz de tomate (Inverno)
    4.95€
  • tripas à moda do porto com arroz seco
    4.95€
    caldeirada de lulas com puré
    4.95€
  • costeletas de porco grelhado com arroz de feijão e salada
    4.95€
    pescada assada no forno com arroz e salada
    4.95€
  • frango estufado com ervilhas, arroz e salada
    4.95€
    bacalhau à bráz
    4.95€
  • carne de porco à alentejana
    4.95€
    feijão frade com molho verde e bolinhos de bacalhau
    4.95€
  • coxas de frango assadas com arroz e salada
    4.95€
    salmão grelhado com batata cozida e legumes
    4.95€
  • serviço à lista ao Domingo
    serviço à lista ao Domingo

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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