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Churrasqueira Luso Graça | Restaurantes

Churrasqueira Luso Graça

Total de visualizações: 2,579
Norte
Total votes: 1
1 0

Tipo de cozinha

Grelhados
Regional
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Rural

Preço médio

Almoço: 
5€
Jantar: 
15€

Lotação

50
Contactos
(+351) 253 622 757

Contactar este restaurante

Morada

Avenida do Assento n38, Padim da Graça, Braga, 4700-670

Web

Horário

12h
15h
19h
23h

Reserva Online

Churrasqueira Luso Graça

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 17:30

Separadores Verticais

Desconto
Menu Almoço semana - 5€

Venha almoçar na Churrasqueira Luso Graça. (ver imagem)

A Churrasqueira Luso Graça é um restaurante em Braga, mais precisamente em Padim da Graça.

Aqui sente-se o verdadeiro sentido da palavra de uma churrasqueira, onde se come, bebe e se sente num espaço digno de umas boas conversas à mesa!

Na Churrasqueira Luso Graça apresentamos uns deliciosos pratos portugueses que são de comer e chorar por mais! Ainda não conhece? Não perca mais tempo e faça-nos uma visita!

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fifi

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Quinta Pedagógica - Real
Caminho dos Quatro Caominhos
Real
4700 288  Braga
Portugal

Horário -
Segunda a Sexta
09h30 às 12h00
14h30 às 17h00
Visitas guiadas para as Escolas com marcação prévia
Fins-de-semana e feriados
Abertura ao Público com entrada livre

Criada em Janeiro de 2004, é um centro de formação e experimentação ambiental, que relança e reforça a educação ambiental, a descoberta da ligação do homem à natureza e o conhecimento das tradições do Minho, que assentam na agricultura.

Esta estrutura educacional, é uma antiga quinta tradicional minhota, com cerca de 2,5 hectares, vocacionada e adaptada para complementar e apoiar as atividades extracurriculares, das crianças do Pré-Escolar e aos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico

Braga
Ponto de Interesse
Estádio AXA - S.C. de Braga
Parque Norte - Monte Castro
Dume
4700 047  Braga
Portugal

Ficha Técnica

Capacidade (Lug. sentados no total): 30.154
Público: 29.390
Tribuna de honra: 99
Lugares camarotes: 882
Lugares deficientes motores: 32

Espaços públicos (Total): 44
Postos de comida e bebidas: 20
Postos de primeiros socorros: 4
Telefones públicos: 20

Instalações sanitárias: 352

Comunicação social (Total): 814
Rádio & TV: 264
Imprensa: 418
Observadores: 132
Espaços de apoio: 10.071 m²

Espaço para a UEFA: 1.073 m²

Estacionamento (Total): 7.224
No recinto do estádio: 5.224
Num raio de 1,5 km: 2.000

Outros equipamentos:
Posto de polícia
Sala de segurança
Sala de controlo
Sala de bombeiros

O Estádio AXA[ ou Estádio Municipal de Braga, conhecido por "A Pedreira", afirma-se como uma mais-valia para o concelho, valorizando a cidade e a região.

Projectado pelo Arquitecto português Eduardo Souto Moura (Prémio Pritzker 2011) e pelo Engenheiro português Rui Furtado (da empresa afaconsult), é uma obra de particular beleza, enquanto peça de arquitectura e de invulgar engenharia «uma grande obra de arte», que vem dar corpo ao Parque Urbano implantado na encosta do Monte Castro, na periferia da área urbana de Braga virado para o vale do Rio Cávado.

O estádio é actualmente utilizado pelo Sporting Clube de Braga.

Trata-se de um projecto de linhas arquitectónicas inovadoras, próprias de um estádio com 30 mil lugares de capacidade e apenas duas bancadas laterais, sendo que os topos do estádio são constituídos pelo anfiteatro rupestre da encosta do monte. A cobertura assume como referência "as pontes construídas pela civilização Inca", no Peru, de modo a iluminar a relva com luz natural, preservando assim a qualidade natural do relvado. Refira-se que esta obra foi contemplada com o Prémio Secil em 2004 (Categoria Arquitectura), e em 2005 (Categoria Engenharia Civil), prémio este que distingue de dois em dois anos pares e de dois em dois anos ímpares as mais significativas obras de Arquitectura e Engenharia realizadas nesse período.
Em 9 de Julho de 2007, foi anunciado o acordo entre o Sporting Clube de Braga e o companhia de seguros AXA, na qual o estádio muda de nome para Estádio AXA.[1]
O estádio foi, por diversas vezes, considerado um dos mais originais e belos estádios do mundo.
O jornal Financial Times, num artigo sobre os estádios britânicos, refere o Estádio como um dos 4 exemplos de "beautiful grounds". O artigo diz: "There has been nothing in this country to match the architectural delight of Eduardo Souto de Moura’s stadium for Braga in Portugal, a breathtaking arena carved into the side of a rock face on the site of a former quarry" - (tradução livre: Não há nada neste país (Reino Unido) que se assemelhe à delícia arquitectónica do Estádio de Braga em Portugal de Eduardo Souto Moura, uma arena de tirar o fôlego cinzelada na face de uma rocha que anteriormente era uma pedreira).

Braga
Ponto de Interesse
Mosteiro de Tibães
Rua do Mosteiros
Mire de tibães
4700 565  Braga
Portugal

Horários e preços

Horário de Abertura ao Público:
Terça-feira a Domingo - 10h às 13h e 14h às 18h

Visitas ao Monumento:
Circuito livre ou
Visita Guiada às:11.00h, 15.00h e 16.30h

As Visitas Guiadas poderão ser canceladas sempre que haja necessidade de utilização dos espaços para actos religiosos ou outras actividades culturais que interfiram no circuito normal da visita

Encerramento do Mosteiro: 1 de Janeiro, Dia de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Bilhete normal € 4,00
Bilhete com 50% de desconto *
(Reformados e jovens entre os 15 e os 25 anos) € 2,00
Bilhete com 60% de desconto *
(Para portadores do Cartão Jovem e Jovem Munícipe/C.M.Braga) € 1,60
Cerca Conventual 1.50 €
Aos Domingos de manhã a entrada é gratuita
Os grupos escolares, serão atendidos pelo Serviço Educativo, quando haja marcação prévia por telefone ou carta.

Visitas guiadas/interior: +/- 45 m Marcação de Visitas:
A nível individual, não existe necessidade de marcação;
Para os grupos, e de forma a organizar com melhor qualidade a visita, aconselha-se, sempre que possível, a marcação prévia.

O Mosteiro de S. Martinho de Tibães, antiga Casa-Mãe da Congregação Beneditina Portuguesa, situa-se na região norte de Portugal, a 6 kms a noroeste de Braga.

Património afeto à Direção Regional da Cultura do Norte/Ministério da Cultura, está classificado, desde 1944 pelo decreto lei nrº 33 587, como Imóvel de Interesse Público e protegido por uma Zona Especial de Proteção, fixada em Diário da República, I Série, Nrº 187 de 13-08-1994.
Fundado em finais do século X, inícios do XI, foi reconstruído no último terço do século XI, transformando-se, com o apoio real e a concessão de Cartas de Couto, num dos mais ricos e poderosos mosteiros do norte de Portugal. Com o Movimento da Reforma e o fim da crise religiosa dos séculos XIV a XVI, o Mosteiro de S. Martinho de Tibães assiste à fundação da Congregação de S. Bento de Portugal e do Brasil, torna-se Casa Mãe de todos os mosteiros beneditinos e centro difusor de culturas e estéticas. A importância do Mosteiro de Tibães mede-se, também, pelo papel que desempenhou como autêntico "estaleiro-escola" de um conjunto de arquitetos, mestres pedreiros e carpinteiros, entalhadores, douradores, enxambradores, imaginários e escultores, cuja produção ativa em todo o Noroeste peninsular ficou ligada ao melhor do que se fez na arte portuguesa dos séculos XVII e XVIII. E é no desempenho deste papel que o velho mosteiro românico vai ser sacrificado. Vastas campanhas de reconstrução e ampliação, de decoração e redecoração, que decorreram nos séculos XVII e XVIII e lhe deixaram marcas estilisticas que vão do maneirismo tardio ao rocaille, vão transformá-lo numa bela peça arquitetónica de grandes dimensões e num dos maiores e mais importantes conjuntos monásticos beneditinos portugueses, peça chave na rede monástica da Ordem de S. Bento do Noroeste peninsular. Com a extinção das ordens religiosas em Portugal, em 1833-1834, é encerrado e os seus bens, móveis e imóveis, começados a vender em hasta pública, processo que só terminará em 1864 com a compra do próprio edifício conventual. Desafetado das suas funções iniciais, com exceção das litúrgicas, parcialmente cumpridas pelo templo, desde logo entregue à Igreja e a funcionar como Paróquia, o Mosteiro de S. Martinho de Tibães virá a assistir, sobretudo a partir dos anos setenta do nosso século, à delapidação dos seus bens, à ruína, ao abandono.
Adquirido pelo Estado Português em 1986, logo se iniciou um projeto de recuperação que, através das obras "de salvação" prioritárias e de intervenções provisórias no Edifício e na Cerca, deu os seus frutos permitindo oferecê-lo à fruição pública, dinamizá-lo culturalmente e conceber o seu Reuso.

Telefone: +351 253 622 670 / +351 253623950
Fax: +351 253 623 951

Email - msmtibaes@culturanorte.pt

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Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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