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Caldo Entornado | Restaurantes

Caldo Entornado

Norte
Total votes: 1
0 1

Tipo de cozinha

Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
8€
Jantar: 
20€

Lotação

50
Contactos
(+351) 253 065 578
(+351) 918 774 707

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Morada

Rua de São João, nº 8 - r/c, Braga, 4700-325

Horário

Almoço das 12:00h às 15h Jantar das 19:30h às 23h Fechado: Segunda-feira ao jantar e Domingo ao jantar

Reserva Online

Caldo Entornado

Data/Hora *
Exemplo: 16/08/2017
Exemplo: 20:30

Separadores Verticais

Desconto
Menu de Almoço 8€

Venha almoçar connosco! Conheça o nosso Menu. (carregue na imagem ao lado)

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Happy Hour - Oferta da 2ª bebida

3ºfeira a Sábado ((18.30h às 19.30h)) temos HAPPY HOUR no nosso bar!
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O Caldo Entornado fica no centro histórico de Braga, cidade famosa pela gastronomia, juventude e inúmeras igrejas. Situado na rua que liga a Sé ao largo das Frigideiras do Cantinho, a localização é um ponto forte deste restaurante, mas os motivos para o visitarem não se ficam por aqui. O ambiente é descontraído e amigável, a comida é boa e bem apresentada, numa sala com uma decoração renovada, mais contemporânea e com um toque ligeiramente escandinavo.

O Caldo Entornado para especialidades apresenta a posta e bife à caldo (alcatra), o bacalhau confeccionado de inúmeras maneiras, o nosso delicioso cabrito (só ao fim de semana), entre outras.

O bar está aberto às 3ºfeiras das 18h00 às 23h00; 4ºfeira e 5ºfeira das 17h00 até às 23h00; 6ºfeira e Sábado das 18h00 às 02h00

De 3ºfeira a Sábado das 18h30 às 19h30 há Happy Hour no bar do Caldo Entornado... Não perca!

O bar é o local ideal para fazer refeição ligeira, lanchar, tomar um chá ou degustar vinhos, conservas portuguesas, enchidos e queijos. Pode-se escolher entre comer ao balcão, nas mesas altas ou na esplanada debruçada sobre a rua.

Tem ainda o pátio das traseiras, o espaço perfeito para uma refeição prolongada e divertida com os amigos, por ser mais reservado. No verão, o limoeiro e as flores da trepadeira refrescam e perfumam esta esplanada.

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Arcada
Praça da República
S. João do Souto
4710 228 Braga
Portugal

É difícil de abordar o centro histórico sem começarmos por recordar o arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). Passados quinhentos anos do início da prelatura é pela acção programática e filantrópica mecenática que subsiste e se determina o que há de essencial na estrutura urbana do núcleo central da cidade.

O Largo da Arcada, topónimo resistente da nossa memória colectiva, mandado rasgar no primeiro quartel do século XVI pelo arcebispo, desde que foi aberto, veio tendencialmente a adquirir o estatuto de espaço central do quotidiano dos bracarenses. Instalado no extremo poente do Campo de Sant’Anna, a praça viria a concentrar os acessos viários que demandavam Braga provenientes do interior regional. Para aí verteriam alguns dos elementos mais marcantes do início do século.

O Passeio Público, projectado em 1854 à imagem do seu congénere de Lisboa, viria a constituir, por excelência, o espaço romântico da cidade. Neste se desenrolariam alguns dos acontecimentos sociais e festivos mais significativos da segunda metade do século XIX, tendo prorrogado as funções de vitrine de Braga até aos dias de hoje, isto apesar do referido jardim vedado ter sido definitivamente desmantelado em 1913, para dar lugar à nova Avenida Central.

No extremo Norte da Praça da República, como então se passou a designar desde o referido evento, sobressaem o Teatro de S. Geraldo (1865-1929), actual Banco de Portugal; e o antigo Banco do Minho (1865-1929), hoje a Caixa Geral de Depósitos. Os dois edifícios viriam a ocupar parte do antigo terreiro do Eyrado que existia no início da rua dos Chãos, aproximadamente simétrico ao existente.

De facto a Arcada propriamente dita, é a herdeira dos primitivos alpendres mandados edificar no século XVI para albergar os almocreves, os seus animais e mercadorias, que se dirigiam a Braga para comerciar os seus produtos. Desde então o local jamais perderia a sua vocação de ponto de encontro e local de convívio.

Braga
Ponto de Interesse
Câmara Municipal de Braga
Praça do Município
4700 312 Braga
Portugal

O edifício da Câmara Municipal, voltado à praça do Município foi mandado construir pelo Arcebispo D. José de Bragança em 1753 para acolher o Senado Municipal. A intenção de transformar esta praça na mais importante da cidade deve ter sido motivação para a sua construção neste local. É uma das obras-primas de André Soares. Segundo Robert Smith é a “maior obra-prima da arquitectura civil barroca da Península Ibérica”.
Ao centro está colocada a imagem de Nossa Senhora do Livramento, trazida do anterior edifício municipal, que existiu entre 1518 e 1775, na praça em frente à Sé. A ala norte do edifício só foi construída em meados do século XIX, altura em que foram pintados os azulejos da escadaria e em que foi construído o salão nobre.

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421 Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444 Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

  • Sopa de legumes
    Filetes de pescada com arroz e salada
    Vitela estufada com cebolinhas e cenoura com arroz e salada
    Maçã assada
    8.00€
  • Sopa de legumes
    Bolinhos de bacalhau com arroz de feijão vermelho
    Coxinhas assadas no forno com arroz e salada
    Bolo de nata
    8.00€
  • Canja de galinha
    Dourada assada no forno com batatinhas assadas e salada
    Picanha com arroz e feijão preto
    Queijo com marmelada
    8.00€
  • Creme de legumes
    Filetes de pescada com arroz selvagem
    Costeleta grelhada com batata frita e salada
    Bolo de maçã
    8.00€
  • Dourada assada no forno
    Frango à passarinho
    Bolo de laranja
    8.00€
  • Bacalhau à Braga
    Cabrito assado no forno
    Bochechas de porco preto assadas no forno com arroz de forno
  • Bacalhau na brasa
    Cabrito assado no forno
    Bochechas de porco preto assadas no forno com arroz de forno

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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