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Brito's | Restaurantes

Brito's

Total de visualizações: 4,591
Norte
Total votes: 1
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Tipo de cozinha

Contemporânea
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
6€
Jantar: 
15€

Lotação

100
Contactos
(+351) 253 292 128
(+351) 913 157 623

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Morada

Praça Mouzinho de Albuquerque, 49A, Campo Novo, Braga, 4710-301

Web

Horário

12h
15h
19h
24h

Reserva Online

Brito's

Data/Hora *
Exemplo: 25/06/2017
Exemplo: 08:00

Separadores Verticais

Desconto
Menu Almoço à semana 6€

Venha almoçar no Brito's! (ver Menu na imagem ao lado)

O Restaurante Brito's em Braga é já uma referência pela sua elevada qualidade gastronómica e pelo seu ambiente calmo e acolhedor.

Aqui, no Restaurante Brito's, a cozinha tradicional portuguesa com um subtil toque criativo e inovador está no seu esplendor podendo, assim, degustar os mais variados pratos que o nosso país oferece, tais como o cabrito (só aos domingos), o polvo à lagareiro, o bacalhau à Britos, entre outros.

Venha desfrutar do seu tempo no Restaurante Brito's, na praça Mouzinho de Albuquerque, a dois minutos a pé do centro da cidade de Braga.

Apenas se arrependerá por ter demorado tanto tempo a visitar-nos!

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Central de Camionagem
Praça da Galiza
4710-926  Braga
Portugal
Braga
Ponto de Interesse
Theatro Circo
Avenida da Liberdade
São José de São Lázaro
4715 037  Braga
Portugal

O Theatro Circo localiza-se na Avenida da Liberdade, na freguesia de São Lázaro, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983.

Em 1906, um grupo de bracarenses liderado pelo então presidente da Câmara Municipal, Artur José Soares, José António Veloso e Cândido Martins idealizou o Theatro Circo. À época, a cidade possuía apenas o pequeno Teatro São Geraldo (onde hoje se encontra o edifício do Banco de Portugal), respondendo esse projeto aos anseios da cidade, que assistia a um grande desenvolvimento teatral, a exemplo do que acontecia no resto do país. Com a construção do Theatro Circo, o edifício do Teatro São Geraldo foi vendido ao Banco de Portugal, que aí construiria mais tarde a sua delegação em Braga.
O projeto do novo teatro ficou a cargo do arquiteto Moura Coutinho, sendo erguido em parte do espaço anteriormente ocupado pelo extinto Convento dos Remédios. Os trabalhos iniciaram-se em 1911 estando concluídos três anos mais tarde (1914). A sala principal, de estilo italiano e com uma capacidade de 1500 lugares, estava organizada em taburnos para uma fácil adaptação entre os vários tipos de espectáculos. Dada a sua dimensão e arquitetura foi considerado um dos maiores e mais belos teatros do país à época.
Em 21 de abril de 1915, foi inaugurado pela companhia do "Éden Teatro de Lisboa", com a opereta de Ruggero Leoncavallo La reginetta delle rose (A Rainha das Rosas), com Palmira Bastos no papel principal.
Entre 1918 e 1925 o Theatro Circo foi gerido pelo Teatro Sá da Bandeira. Neste período assistiram-se a grandes espectáculos, como as óperas Madame Butterfly de Puccini e Aida de Verdi. Foi também um período de revelações artísticas locais, como as estreias do Orfeão de Braga e da Orquestra Sinfónica de Braga. Durante a década de 1920 foi criado no imóvel o Salão Nobre.
Na década de 1930, ao teatro, à revista, ao circo, ao cinema mudo e à música juntou-se o cinema sonoro. Esta renovada arte marca um ponto de viragem no Theatro Circo. As exibições de filmes de Charlie Chaplin e de Rudolfo Valentino, e as de filmes nacionais como Minha Noite de Núpcias, provocaram o declínio das então artes tradicionais. No ano de 1933 o Theatro Circo e o Cinema São Geraldo mudaram de gerência, que foi entregue a José Luís da Costa do Teatro Garrett da Póvoa de Varzim. A Sociedade Dramática Bracarense, em 1935, iniciou-se aqui no mundo do espectáculo.
Durante a ditadura do Estado Novo, além das actuações culturais censuradas pelo Estado, foi utilizado como palco de campanha e "acções de propaganda". De salientar o dia 1 de junho de 1958, quando os espectadores foram convidados a assistir da varanda do Salão Nobre à enorme violência exercida pela polícia sobre o povo adepto da Oposição Democrática liderada pelo General Humberto Delgado.
Após a Revolução dos Cravos, com o fim da censura, as peças teatrais convergiram todas para o tema central da liberdade. No entanto, a abertura de novas salas de cinema na cidade e a ascensão da televisão no país provocam o declínio económico do Theatro Circo. Na tentativa de recuperar alguma rentabilidade, o Café Bristol (na esquina do edifício) foi vendido a uma instituição bancária, que aí instalou uma agência. Em 1987, a Companhia de Teatro de Braga instalou-se no Theatro Circo. Um ano depois, em 1988, a Câmara Municipal de Braga adquiriu o imóvel.
No final da década de 1990, a Câmara Municipal de Braga, o Ministério da Cultura e o Plano Operacional da Cultura traçaram um plano de requalificação do edifício, que incidiu na recuperação da sua traça original (exteriores e interiores) e na requalificação do Salão Nobre, do "Foyer" e da sala principal (agora com 899 lugares).
Foram criadas duas novas salas, uma com 250 lugares e outra de ensaios, uma zona museológica, uma livraria de artes, um restaurante, um "café-concerto" e bares. A sala principal passou a ser dotada para todos os tipos de artes realizadas em salas de espectáculos, tais como o teatro, a dança, a música, o cinema, a Ópera, entre outros, possuindo também um dos melhores sistemas de som da Europa.[1]
Durante o primeiro ano foram realizados 114 espectáculos distribuídos por 178 sessões para um total de 70 mil espectadores.
O teatro foi reaberto a 27 de outubro de 2006, com um concerto da orquestra sinfónica Nacional Checa, com obras de Nino Rota sob a direção de Marcello Rota (sobrinho de Nino Rota). Até ao final do ano foram também apresentados outros espectáculos, a quase totalidade com lotação esgotada, como o grupo "A Naifa", Chico César, teatro com Antônio Fagundes, os Monges Tibetanos de Tashi Lhunpo, entre outros. De destacar a realização no Theatro Circo de uma das quatro únicas datas europeias do espectáculo Turning de Antony & The Johnsons ou a apresentação do concerto de Moonchild de John Zorn.
Em 2007, a atriz Eunice Muñoz apresentou-se neste palco, interpretando o papel de "Miss Daisy", no original de Alfred Uhry, "Driving Miss Daisy", coadjuvada pelos atores Guilherme Filipe ("Boolie Werthan") e Thiago Justino (o motorista, Hoke), numa encenação de Celso Cleto. Também o grupo Mão Morta aí estreou, em duas noites de sala esgotada, o seu espectáculo Maldoror, numa co-produção do próprio Theatro Circo, que continuou com uma programação com grandes nomes da música internacional, como Laurie Anderson, Philip Glass ou David Sylvian.

Braga
Ponto de Interesse
Igreja dos Congregados Braga
Avenida Central
São José de São Lázaro
4710 228  Braga
Portugal

A Igreja dos Congregados foi iconstruida durante o séc. XVI, mas foi só terminada no séc. XX, tendo sido benzida em 1717 mas suas torres foram terminadas. As imagens de S.Martinho e de S.Filipe de Nery da fachada principal só foram colocadas em 1964. Ao lado fica o convento dos Congregados, um edificio Barroco construido durante a parte final do séc. XVII. A Congregação do Oratório foi expulsa em 1834, e desde então este convento teve váriadas utilizações desde Biblioteca, Liceu e actualmente serve a Univesridade do Minho como Instituto de Estudos das Crianças.

Braga
Ponto de Interesse
Arcada
Praça da República
S. João do Souto
4710 228  Braga
Portugal

É difícil de abordar o centro histórico sem começarmos por recordar o arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). Passados quinhentos anos do início da prelatura é pela acção programática e filantrópica mecenática que subsiste e se determina o que há de essencial na estrutura urbana do núcleo central da cidade.

O Largo da Arcada, topónimo resistente da nossa memória colectiva, mandado rasgar no primeiro quartel do século XVI pelo arcebispo, desde que foi aberto, veio tendencialmente a adquirir o estatuto de espaço central do quotidiano dos bracarenses. Instalado no extremo poente do Campo de Sant’Anna, a praça viria a concentrar os acessos viários que demandavam Braga provenientes do interior regional. Para aí verteriam alguns dos elementos mais marcantes do início do século.

O Passeio Público, projectado em 1854 à imagem do seu congénere de Lisboa, viria a constituir, por excelência, o espaço romântico da cidade. Neste se desenrolariam alguns dos acontecimentos sociais e festivos mais significativos da segunda metade do século XIX, tendo prorrogado as funções de vitrine de Braga até aos dias de hoje, isto apesar do referido jardim vedado ter sido definitivamente desmantelado em 1913, para dar lugar à nova Avenida Central.

No extremo Norte da Praça da República, como então se passou a designar desde o referido evento, sobressaem o Teatro de S. Geraldo (1865-1929), actual Banco de Portugal; e o antigo Banco do Minho (1865-1929), hoje a Caixa Geral de Depósitos. Os dois edifícios viriam a ocupar parte do antigo terreiro do Eyrado que existia no início da rua dos Chãos, aproximadamente simétrico ao existente.

De facto a Arcada propriamente dita, é a herdeira dos primitivos alpendres mandados edificar no século XVI para albergar os almocreves, os seus animais e mercadorias, que se dirigiam a Braga para comerciar os seus produtos. Desde então o local jamais perderia a sua vocação de ponto de encontro e local de convívio.

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Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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