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Idioma

Brac Restaurante | Restaurantes

Brac Restaurante

Norte
Total votes: 6
2 4

Tipo de cozinha

Contemporânea
Tapas
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
9€
Jantar: 
27€

Lotação

50
Contactos
(+351) 253 610 225
(+351) 929 145 272

Contactar este restaurante

Morada

Campo das Carvalheiras, Sé, Braga, 4700-419

Horário

ALMOÇO: 2ª a 6ª: 12h-15h - Sábado. 12:30h-15:30h Domingo: 12h-15h JANTAR: 2ª a 5ª: 18h-24h - 6ª e Sáb. 18h-01h

Reserva Online

Brac Restaurante

Data/Hora *
Exemplo: 16/08/2017
Exemplo: 20:30

Separadores Verticais

Desconto
Menu Almoço Segunda-feira a Sábado desde 8€ I Aberto ao Domingo ao almoço

Venha saborear os deliciosos almoços que o Brac tem para lhe oferecer de segunda-feira a Sábado! (ver imagem)

Delicie-se com a nossa carta de Domingo ao almoço!

 

 

 

Aberto desde 2008 em Braga, este restaurante resulta da paixão pelo bem comer e bem-estar à mesa do seu proprietário e também arquiteto responsável pelo projeto. Integrado no edifício onde se encontra o Núcleo Museológico do Domus da Escola Velha da Sé, o Brac é um local cosmopolita e urbano, palco de vários acontecimentos como cocktails, apresentações de revistas, concertos de jazz em ambiente bar lounge (em colaboração com o BragaJazz), exposições de fotografia (com os Encontros da Imagem) ou jantares embalados pela Música Popular Brasileira ao vivo. O serviço é de excelência e a cozinha é tradicional portuguesa com apresentação contemporânea.

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Retrato de Carina Nuno
Carina Nuno
Só o aspeto da comida já faz água na boca...
Retrato de miguel.sa.359
miguel.sa.359
O atendimento é fenomenal, assim como a apresentação dos pratos, um primor. Vou voltar

ENTRADAS

  • Mil Folhas de Alheira e Bróculos
  • Trouxa de Filo com Queijo de Cabra e Chutney de Abóbora
  • Croquetes com Mostarda da Casa
  • Míscaros Grelhados
  • Ovos Mexidos com Espargos, Míscaros e Gambas
  • Carpaccio de Polvo com Vinagreta de Azeitonas e Alcaparras
  • Presunto
  • Terrina de Foie Gras
  • Salmão Fumado
  • Vieiras Grelhadas com Molho de Estragão
  • Gambas com Coco e Cajús

QUEIJOS

  • Queijo da Serra
  • Tábua de queijos (Queijo da Serra, Queijo de Cabra, Queijo Manchego)

SOPAS

  • Sopa do dia
  • Sopa de Peixe

SALADAS

  • Salada Caesar
  • Salada Mista
  • Salada de Salmão

VEGETARIANO

  • Legumes Grelhados
  • Caril de Legumes

MASSAS

  • Tagliatelle com Gambas
  • Spaghetti com Legumes Frescos e Ervas Finas
  • Spaghetti com Rúcula e Queijo Gorgonzola
  • Linguine Negro com Lombo de Salmão e Crosta de Pistachios

PEIXE

  • Filete de Linguado com Molho de Mostarda e Puré de Ervilhas
  • Mil Folhas de Bacalhau
  • Arroz Caldoso de Tamboril e Vieiras
  • Peixe do dia Grelhado com Molho de Manteiga Clarificada
  • Polvo Confitado com Espetada de Batata e Grelos Salteados
  • Camarão Tigre com Maionese do Chefe
  • Caril de Gambas

CARNES

  • Joelho de Porco com Batata Tosca e Esparregado
  • Peito de Pato com Puré de Alho Francês e Ratatouille
  • Lombelos de Porco Preto com Redução de Vinho do Porto
  • Carré de Borrego com Gratin de Batata
  • Tornedó ao Alho com Batata Tosca 
  • Bife Pimenta 
  • Coquelet Recheado com Figos e Castanhas

SOBREMESAS

  • Pão de Ló de Ovar
  • Pannacotta de Baunilha e Chá Verde
  • Pastel de Nata com Sorvete
  • Pedro e Inês
  • Bracberry
  • Tiramisú
  • Ceylan (mousse de queijo branco com canela)
  • Tainori (4 texturas de Chocolate)

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Fotos

Parceiros

Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Domus da Escola Velha da Sé de Braga
Campo das Carvalheiras
4700 419 Braga
Portugal

Núcleo Museológico da Domus da Escola Velha da Sé, integrado no actual edifício-sede da Junta de Freguesia da Sé, no coração da cidade. Este conjunto de ruínas foi identificado no contexto de uma intervenção arqueológica e retrata «importantes momentos da evolução do tecido urbano bracarense, com particular expressão para o período romano».
De acordo com o Gabinete Municipal de Arqueologia, estamos perante várias estruturas correspondentes a um edifício privado construído no século I d.C. e cuja ocupação sobreviveu até ao século V d.C.
São também visíveis no local «restos de alicerce da muralha medieval que se encontram adossados a um pano de uma das torres, que, à época, integravam esta estrutura defensiva».
«Hoje é possível ao visitante observar neste local não só estes vestígios arqueológicos, mas também uma exposição permanente que pretende dar a conhecer técnicas e instrumentos associados à execução de mosaicos no período romano, cujos vestígios se detectaram, aliás, nesta circunstância», acrescenta o Gabinete Municipal.
A visita ao Núcleo Museológico da Domus da Escola Velha da Sé encontra-se temporariamente limitada a grupos (mais de 4 pessoas), sendo que para o público escolar as marcações devem ser feitas para o período de terça a sexta-feira (09h30 às 12h00 e das 14h30 às 17h00) e, para o restante público, para as quartas-feiras (9h30 às 12h00) ou sextas-feiras (14h30 às 17h00).
A participação nestas visitas requer marcação prévia com o Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga, através do contacto telefónico 253 203150 ou do correio electrónico arqueologia@cm-braga.pt.

Braga
Ponto de Interesse
Museu Regional de Arqueologia Dom Diogo de Sousa
Rua dos Bombeiros Voluntários
Cividade
4700 025 Braga
Portugal

Horário:
De terça-feira a Domingo das 10:00 às 17:30 horas
Encerrado à Segunda-feira, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa é um organismo público, dependente do Instituto dos Museus e da Conservação e da Secretaria de Estado da Cultura definido na sua Lei orgânica como um museu regional de arqueologia.

O Museu foi criado em 1918, como museu de arqueologia e arte geral, como o objectivo de obstar à dispersão do património local até então na posse de particulares e outras instituições.
Em 1980, com a sua revitalização a missão do Museu foi redefinida como um organismo científico-cultural no âmbito disciplinar de arqueologia, passando a exercer as suas actividades básicas nos domínios do apoio à investigação, da museologia, da divulgação cultural, do apoio ao ensino e à defesa e preservação do património arqueológico regional.

História

O nome do Museu está associado ao arcebispo D. Diogo de Sousa (1461-1532), a quem se ficaram a dever importantes medidas de remodelação urbanística em Braga e o facto de ter reunido os testemunhos arqueológicos mais antigos desta cidade, até então dispersos.

Entre os séculos XVI e XIX registaram-se algumas iniciativas em prol da criação de um museu, mas só em 1918 surgiu o “Museu de História da Arte e Arqueologia”.
Mercê de circunstâncias adversas, o museu não teve um funcionamento regular até 1980, altura em que foi revitalizado, como Museu Regional de Arqueologia.
De então para cá tem desenvolvido a sua actividade no âmbito da preservação e divulgação do património arqueológico local e regional, tendo aberto ao público em Junho de 2007.
Dependente da Direcção Regional de Cultura do Norte, o Museu integra a Rede Portuguesa de Museus e ainda o conjunto de Museus do Eixo Atlântico.

O Edifício
O edifício do Museu foram projectadas para a zona arqueológica mais significativa e melhor preservada da cidade de Braga.
O projecto arquitectónico é da autoria de Carlos Guimarães e Luís Soares Carneiro e desenvolve-se em três corpos, articulados entre si – o sector técnico e de serviços, a cafetaria e a área destinada ao público. O sector técnico engloba um laboratório de restauro e demais sectores de actividade relacionados com o estudo e valorização das colecções, deste e de outros museus, na região.
O projecto da Loja, da Recepção e das Salas de Exposição Permanente é da autoria de Ana Leandro.
A área destinada ao público integra os espaços expositivos, um auditório, loja, biblioteca e serviço educativo.
Para além destes equipamentos o Museu possui amplos espaços exteriores ajardinados, de livre acesso ao público.

Braga
Ponto de Interesse
Museu dos Biscaínhos
Rua dos Biscaínhos
4700 414 Braga
Portugal

Breve Historial do Museu

O Museu dos Biscainhos está instalado no Palácio dos Biscainhos o qual foi fundado no século XVII e definido arquitectonicamente na primeira metade do século XVIII. Durante cerca de três séculos foi habitação de uma família nobre (condes de Bertiandos), transformando-se em Museu público a 11 de Fevereiro de 1978. Em 1949 o edifício e os seus jardins foram classificados como Imóvel de Interesse Público.
O palácio, os jardins barrocos e as suas colecções revelam o quotidiano da nobreza setecentista assim como numerosas referências da vida dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos.

Serviços Disponibilizados ao Público
Acolhimento
Loja, livraria, biblioteca de jardim (Verão) e jardim

Exposição permanente
A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de colecções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, esculura/talha, azulejaria e pintura, da época compreendida entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX. Textos de sala em português e inglês.

Serviços Educativos
Responsável
Margarida Sotto Mayor
Tipo de Actividades
Visitas orientadas ao público escolar e adulto, mediante marcação prévia. Actividades pedagógicas e de animação cultural, destinadas à comunidade escolar e ao público infanto-juvenil através da exploração dos conteúdos temáticos do Museu. Actividade de sensibilização das novas gerações para as questões ambientais através do contacto lúdico e pedagógico com o jardim do museu.

Edições do Museu

• Roteiro do Museu dos Biscainhos, Instituto Português de Museus, 2005. Versões em português e em inglês.
• Roteiro do Museu dos Biscaínhos, (português em braille), ACAPO-Braga, 2005
• Guia Roteiro do Museu dos Biscaínhos, Presidência do Conselho de Ministros, Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português do Património Cultural, Braga,1990
• O Couro Lavrado no Mobiliário Português do Período Barroco: Na Senda do Passado, Sécs. XVII e XVIII, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga,1997
• A Botica ( Séc. XVII – XVIII ), 24 Outubro – 3 Janeiro, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Museu do Mosteiro de S. Martinho de Tibães, Braga
• Abel Salazar: 1889.1946, 13 de Novembro a 23 de Dezembro, Museu dos Biscaínhos, Editor Associação Divulgadora, CASA-MUSEU ABEL SALAZAR
• O Sonho e o Ouro: Portugal / Brasil, Sécs. XVIII / XIX (1ª Metade), 24 de Novembro a 24 de Abril de 1991, Instituto Português do Património Cultural, Museu dos Biscaínhos, Centros de Estudos Lusíadas da Universidade do Minho, Braga, 1990
• Lenços de Outrora: escritos de amor, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1995
• Oficina do Sonho: O Jogo e o Brinquedo, Séc. XVIII – XIX, 7 de Abril – 24 de Junho 90, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1990
• Braga Revisitada 1750: Mapa das Ruas de Braga 1750 – 2000, Ministério da Cultura, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Universidade do Minho, Arquivo Distrital de Braga, Braga, Dezembro, 2000
• Rewind Space Forward (13 Set. > 15 Out. 97), Ministério da Cultura, Instituto Português de Museus, Museu dos Biscaínhos, Braga, 1997

Centro de Documentação / Biblioteca
Espólio documental:
História de Portugal, História da Região, Artes Decorativas, Diversos. Sob marcação.

Auditório
Corresponde ao espaço do Salão Nobre, com capacidade para 100 participantes.

Outros
Jardins históricos (10.000 m2). Salas de exposições temporárias.

A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de colecções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, escultura/talha, azulejaria e pintura, da época compreendida entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX.
O jardim do museu é um dos mais significativos do período Barroco em Portugal.
O palácio, os jardins barrocos e as suas colecções revelam o quotidiano da nobreza setecentista assim como numerosas referências da vida dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos.

Braga
Ponto de Interesse
Museu da Imagem
Campo das Hortas 35/37
4700 421 Braga
Portugal

O Museu da Imagem é um espaço cultural dedicado exclusivamente à fotografia. Produzir e exibir regularmente trabalhos fotográficos é o seu objecto, que associa à recuperação de um vasto espólio herdado de algumas das mais antigas e importantes casas de fotografia, designadamente a "Foto Aliança" e a "Casa Pelicano". Instalado numa torre medieval, bem junto de um dos "ex-libris" da cidade de Braga (Arco da Porta Nova), o Museu da Imagem é tutelado pelo Pelouro da Cultura do Município de Braga (Portugal). HORÁRIO: terça a sexta-feira 11h00/19h00 sábados e domingos 14h30/18h00. Entrada gratuita. A produção fotográfica nacional tem conhecido nos últimos tempos um crescente número de criadores. A atenção prestada ao território fotográfico, enquanto formato de mediação nos discursos da contemporaneidade, tem ganho igualmente um alargamento de espaços e o reconhecimento consolidado por parte de variadas instituições ligadas à arte contemporânea. Fazendo parte da missão do Museu da Imagem uma particular atenção aos artistas nacionais, assume-se como prioridade desta programação um importante enfoque à apresentação de autores portugueses. Destaca-se também uma exposição de Georges Dussaud, que vai apresentar um sustentado levantamento fotográfico da região do Barroso, realizado ao longo de mais de 20 anos. No plano internacional, apresentam-se duas emergentes autoras francesas, cuja obra denota uma plasticidade criativa de encontro às mais recentes tendências. No plano patrimonial, o Museu da Imagem vai apresentar mais uma exposição do "Arquivo Aliança", dando conta do prosseguimento do inventário daquele acervo, desta feita centrado no retrato de família. Rui Prata

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421 Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444 Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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