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Bira dos Namorados | Restaurantes

Bira dos Namorados

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Norte
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Tipo de cozinha

Autor
Hamburgueria
Típica

Tipologia

Urbano
Centro histórico

Preço médio

Almoço: 
6€
Jantar: 
10€

Lotação

99
Contactos
(+351) 253 039 571

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Morada

Rua D. Gonçalo Pereira, 85, Braga, 4700-032

Horário

Seg: 19:30h-23:00h Ter-Sex: 12:00h-15:00h e 19:30h-23:00h Sáb: 12:30h-15:00h e 19:30h-23:00h
Desconto
Menu do Dia semana - 6€

Venha almoçar no Bira dos Namorados (ver imagem)

No Restaurante Bira dos Namorados em Braga, quem é minhoto sente-se em casa, quem não é facilmente entra no espírito e sentimento minhoto. O próprio nome é uma homenagem ao Minho, juntando o nome da carismática dança do "Vira" com a alusão aos Lenços dos Namorados. 

O casal de namorados Mariana e Diogo conceberam um espaço com três conceitos que se complementam e fazem desta Hamburgueria & Pregaria Artesanal um verdadeiro hino ao que é do Minho. Além da valência gastronómica, encontra produtos regionais na Loja Regional anexa e um café concerto que, conjugados, nos fazem não querer sair deste local.

Bem no centro da cidade de Braga, o Bira dos Namorados é um espaço agradável, onde a decoração típica e tradicional dá sentido à cozinha artesanal que por lá vai encontrar.

Assim, apresentamos o local ideal para juntar um grupo de amigos e ir comer um belo hambúrguer ou prego num ambiente único no Minho.

 

Pretendemos promover o que é “Nosso”, desde a gastronomia, ao artesanato e à música.

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Fotos

Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Casa dos Coimbras
Largo S. João do Souto
S. João do Souto
4700 328 Braga
Portugal

O palacete dos Coimbras, erguido no século XV como residência para eclesiásticos, foi adquirida por D. João de Coimbra, provisor da Mitra de Braga.
Em 1525, D. João de Coimbra determinou edificar uma capela privada, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, que ficaria conhecida como Capela dos Coimbras. Teve traça de autoria dos mestres biscainhos, construtores do Palácio dos Biscainhos.
Em 1906, o palacete dos Coimbras é demolido, devido à reformulação urbana daquela zona, tendo-se criado o Largo São João do Souto, os elementos arquitectónicos manuelinos são preservados, e o novo edifício é construído do lado oposto da rua, em continuidade com a capela.
O conjunto encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.

Braga
Ponto de Interesse
Casa dos Crivos ou Casa das Gelosias
Rua de São Marcos
S. João do Souto
4700 328 Braga
Portugal

Exemplar único de uma tipologia habitacional muito comum em Braga nos séculos XVII e XVIII, a Casa das Gelosias, ou dos Crivos, situa-se na Rua de São Marcos, uma das artérias mandadas abrir durante a reforma urbanística encetada pelo bispo D. Diogo de Sousa na primeira metade do século XVI.
A casa desenvolve-se numa planimetria rectangular simples, que se destaca pela verticalidade, num aproveitamento da área reduzida onde se insere. Dividido em três registos, o edifício apresenta fachadas diferenciadas.
A fachada principal apresenta no primeiro piso três portas, com portadas de madeira separadas por pilares. O segundo e terceiro pisos são revestidos por rótulas, ou gelosias, que se tornaram o elemento mais emblemático da casa.
A tipologia destas janelas era utilizada no século XVII em muitas casas bracarenses, para obrigar os seus habitantes a um "recato absoluto", traduzindo-se como "um testemunho vivo da religiosidade conservadora de Braga" (MENDES, Fernando, 1994,p.75).
A fachada posterior possui, no primeiro piso uma porta de moldura rectangular e uma janela, no segundo, outra porta rectangular, e no terceiro quatro janelas de guilhotina.
O interior da casa divide-se também em três pisos, que corresponderiam na época da construção ao espaço da loja ou armazém, no piso térreo, e aos espaços habitacionais, nos pisos superiores.

Braga
Ponto de Interesse
Arco da Porta Nova
Campo das Hortas
4700 421 Braga
Portugal

Foi uma das portas nas muralhas da cidade, rasgada em 1512, à época do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
A sua atual feição data de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, com projeto do arquiteto bracarense André Soares, num momento histórico em que a cidade rompia as antigas muralhas, expandindo-se.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A verdadeira entrada para o centro histórico de Braga. É encimado por uma figura feminina, associado por vezes a uma representação simbólica de Braga.

Braga
Ponto de Interesse
Sé de Braga
Rossio da Sé
4700 444 Braga
Portugal

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques. História Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Ficou célebre o seu espólio de Relíquias sagradas,de onde se destaca o pedaço de um Manto da Virgem Santa Maria. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910. Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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