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Bacalhau à Narcisa | Restaurantes

Bacalhau à Narcisa

Norte
Total votes: 1
1 3

Tipo de cozinha

Regional
Tradicional Portuguesa

Tipologia

Urbano

Preço médio

Almoço: 
8€
Jantar: 
20€

Lotação

62
Contactos
(+351) 253 035 554
(+351) 936 473 160

Contactar este restaurante

Morada

Rua de São Domingos, 132, São Victor, Braga, 4710-435

Web

Horário

Almoço: 12h00 às 15h00 Jantar: 19h00 às 23h00 Fechado: Terça-feira

Reserva Online

Bacalhau à Narcisa

Data/Hora *
Exemplo: 23/06/2017
Exemplo: 18:00

Separadores Verticais

Desconto
Menu almoço semana - 7.5€

Venha almoçar no Bacalhau à Narcisa e desfrute do nosso menu! (ver imagem)

O Restaurante Bacalhau à Narcisa em Braga situa-se nas proximidades do Colégio D. Diogo de Sousa e do Cemitério Municipal.

Braga é uma cidade singular dotada de um património religioso e paisagístico único, ao qual se alia uma extraordinária gastronomia.

Mais que um maravilhoso lugar de degustação com excelentes vinhos, o "Bacalhau à Narcisa" é também um local de lazer, convívio, ideal para momentos perfeitos, para o despertar harmonioso de todos os sentidos.

Um espaço acolhedor, ambiente simpático, com uma cozinha portuguesa e internacional.

Visite e não deixe de provar as especialidades da casa (Bacalhau à Narcisa®, entre outras) e a satisfação é garantida!

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Retrato de Mónica
Mónica
Recomendo...excelente bacalhau a Narcisa...excelente atendimento...sem duvida um restaurante de eleição. Braga no seu melhor!!!!!!!!!

 

 

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Aqui perto

Braga
Ponto de Interesse
Cemitério Municipal de Braga
Largo do Monte D'Arcos
4710-30  Braga
Portugal

O Cemitério Municipal de Braga funciona com o seguinte horário:
a) De Segunda a Sábado, das 8.00h às 12.30 e das 13.30 às 18.00h;
b) Ao Domingo, das 8.30h às 17.00h.
c) Encerra aos Feriados.

O serviço de secretaria funciona todos os dias úteis de Segunda a Sexta das
9.00h às 12.30h e das 14.00h às 17.30h.

 

Braga
Ponto de Interesse
Colégio D. Diogo de Sousa
Rua Conselheiro Bento Miguel
4710 294  Braga
Portugal

O Colégio de D. Diogo de Sousa, propriedade da Arquidiocese de Braga, é um estabelecimento de ensino particular com autonomia pedagógica, prosseguindo fins de interesse público, fundado em 1949.

Este estabelecimento de ensino tem uma história e uma tradição de meio século dedicado à tarefa do ensino/educação. Esta tradição, rica de sucesso educativo, reconhecida na região e no país, obra de um grande pedagogo que sonhou, criou e dirigiu o Colégio durante mais de quarenta anos, Monsenhor Elísio Fernandes de Araújo, assenta numa filosofia de inspiração cristã que visa o desenvolvimento integral da personalidade das crianças e dos jovens numa comunidade educativa com ambiente familiar e com forte sentido de responsabilidade e auto-disciplina.

Daqui saíram diversas gerações de jovens que perpetuam o Colégio e são o seu orgulho e o seu reflexo e que, em todos os quadrantes da vida activa, além de técnicos e profissionais de renome, são, antes de tudo, homens de corpo inteiro e bons cidadãos.

 

 

 

Braga
Ponto de Interesse
Igreja de S. Victor
Rua de São Domingos 4
S. Victor
4710 435  Braga
Portugal

Telefone - 253 204 620 A paróquia de S. Victor foi a primeira freguesia da cidade criada fora das muralhas e, como tal, abrangia uma enorme área. Porque era demasiado extensa, o Arcebispo de Braga, D. José de Bragança, desmembrou-a criando, em 1747, com parte dela, a paróquia de S. José atribuindo-lhe como igreja matriz a ermida de S. Lázaro que, por isso, hoje se chama «paróquia de S. José de S. Lázaro». Em 1926, por provisão do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos, a paróquia de S. Victor sofreu nova alteração cedendo, desta vez, uma parte do seu território à paróquia de S. Vicente. Nova divisão acontece em 1983, por decreto de D. Eurico Dias Nogueira que criou a paróquia de Santo Adrião, ficando a pertencer-lhe todos os paroquianos de S. Victor residentes a sul do rio Este. Actualmente, a paróquia de S. Victor é a maior da cidade com uma área aproximada de 4,5 Km2 e a sua população está calculada em cerca de 22000 habitantes.

Braga
Ponto de Interesse
Universidade do Minho
Campus Gualtar
Gualtar
4710 057  Braga
Portugal

Fundada no ano de 1973, a UMinho recebeu os primeiros estudantes em 1975/76. Hoje, a Universidade é reconhecida pela competência e qualidade dos professores, pela excelência da investigação, pela ampla oferta formativa graduada e pós-graduada e pelo seu alto nível de interação com outras instituições. As Unidades Orgânicas de Ensino e Investigação – Escolas e Institutos – são as estruturas base da Universidade: Escolas de Arquitetura, de Ciências, de Ciências da Saúde, de Direito, de Economia e Gestão, de Engenharia, de Psicologia e Escola Superior de Enfermagem, e Institutos de Ciências Sociais, de Educação e de Letras e Ciências Humanas. A UMinho é uma universidade de investigação, comprometida com a cadeia de valorização do conhecimento, possuindo inúmeras parcerias de sucesso em projetos de investigação, culturais e de desenvolvimento socioeconómico. A internacionalização representa um forte compromisso, não só no espaço da UE e dos PALOP, mas também com diversos países, de vários continentes.

A Universidade do Minho assume a produção de conhecimento científico como eixo estruturante da sua acção, entendendo-a também como meio de valorização da sua oferta educativa e da interacção com a sociedade.

A UMinho assume-se como universidade de investigação e essa definição tem sido reconhecida por avaliações realizadas por agências internacionais.

Na Universidade, a investigação organiza-se em centros de investigação, que são sub-unidades das unidades orgânicas de ensino e investigação.

A Universidade tem, neste momento, 32 centros de investigação financiados pela FCT, 3 dos quais integram Laboratórios Associados do Estado, e comporta também o Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa, único instituto deste tipo a ter sede em Portugal.

A Universidade do Minho reconhece e apoia a valorização do conhecimento como uma componente integral da sua missão. Promover a transferência de conhecimento e tecnologia para a Sociedade através de parcerias com empresas, licenciamento de propriedade industrial e apoio à criação de novas empresas intensivas em conhecimento - empresas spin-off - permite disponibilizar novos produtos, processos e serviços à Sociedade, com um claro impacto no desenvolvimento económico e na geração de emprego.

Este compromisso só é possível de implementar através de um conjunto alargado de iniciativas dinamizadas pela Universidade do Minho, que são aqui apresentadas.

Braga
Ponto de Interesse
Sete Fontes
São Vitor
  Braga
Portugal

Longitude: -8.404020667 Latitude: 41.568698581

As Sete Fontes remontam à época da invasão romana da península Ibérica, nomeadamente da fundação de "Bracara Augusta", como testemunham algumas escavações arqueológicas.
O atual sistema foi construído por ordem do então Arcebispo de Braga, D. José de Bragança, no século XVIII.
Ao assumir o cargo, como uma das suas primeiras medidas, D. José de Bragança logo no dia 21 de agosto de 1703 foi "pedir esclarecimentos à Câmara do estado dos muros da cidade e sobre o estado do fornecimento da água".[1] À época já haviam sido descobertos vários mananciais de água potável no atual lugar das Sete Fontes e em Montariol.
A exemplo do seu irmão, João V de Portugal, que mandara construir em Lisboa o Aqueduto das Águas Livres, D. José determinou que, em Braga, a partir daqueles lugares, se iniciassem as obras de Engenharia Hidráulica necessárias para trazer a àgua até à cidade.
A obra abasteceu Braga até 1913, quando a água do rio Cávado chegou até aos reservatórios de Guadalupe.
Em 1934 o caudal do antigo sistema foi estimado em 500 000 litros por dia.
Ainda hoje existem casas onde a água das Sete Fontes chega, numa forma de antigo Direito chamada "penas de água" (medida do diâmetro da torneira).
A maioria das fontes, fontanários e chafarizes da cidade ainda são abastecidas por este sistema.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde de 29 de maio de 2003.
[editar]Características

O manancial é constituído por sete fontes, com edificações de planta circular em pedra aparelhada e teto em abóbada ("mães d'água"), a que se somam minas abertas na pedra com condutas e galerias. A conduta principal nasce na primeira "mãe d'água" e prossegue, captando as águas das demais minas e mães d'água até ao Arial, onde existia a última mãe d'água. Esta última e parte do canal, foram destruídas em nossos dias por uma construtora civil para dar lugar a blocos habitacionais. O canal prossegue pela rua do Arial, Largo de Monte d'Arcos, Rua de São Vicente, Rua dos Chãos até ao atual Largo de São Francisco, onde existia uma mãe d'água distribuidora para as ruas da cidade, hoje escritório de uma companhia de seguros.

Serviços

Comodidades

Atenção


Neste momento só disponibilizamos restaurantes para a região Norte, para Lisboa, Faro e Coimbra. Brevemente teremos maior cobertura do território nacional.


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